quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Que venha 2009!

Um FELIZ ANO NOVO a todos os BIG BLUES! Amanhã tentarei postar alguma coisa, se a ressaca permitir.... :D

Desde já, à espera dos playoffs.

Abraços gigantes!

Jets saem na frente para levar Spagnuolo

Steve Spagnuolo abriu mão da sua primeira oportunidade de se tornar coordenador técnico na NFL, ao recusar a proposta dos Redskins no final da última temporada. Desta vez, os GIANTS não esperam que ele deixe a oportunidade escapar novamente. Com três candidatos em potencial interessados em conversar com Spagnuolo nesta semana, algumas pessoas de dentro da franquia já estão trabalhando para suprir a perda do coordenador de defesa, que recuperou o setor nos campeões GIANTS. New York Jets, Detroit Lions e Cleveland Browns, todos eles solicitaram e receberam permissão para entrevistar o profissional de 49 anos de idade.

Spags será entrevistado pelos Jets no próximo sábado, e parece ser o candidato favorito a dirigir a “Gang Green” no próximo ano. As outras serão nesta quinta ou também no sábado, dias em que os Azuis não terão atividades técnicas. Trabalhar nos Jets poderia ser particularmente interessante para Spagnuolo, que cresceu em Massachussetts e cuja esposa é da Philadelphia. Desta forma, sua família conseguiria permanecer no Nordeste dos EUA, manter a casa de New Jersey, e ele não precisaria competir na mesma divisão de seus ex-chefes: Andy Reid, dos Eagles e Tom Coughlin, dos GIANTS. Competir contra esses dois caras, quatro vezes ao ano, parece ter sido a principal razão para Spags ter recusado o contrato proposto por Washington no ano passado, feito após o proprietário da franquia, Daniel Snyder, ter testemunhado a forma impressionante como Tom Brady e o ataque dos Patriots foram parados pela defesa dos GIANTS, no Super Bowl XLII. Na oportunidade, Spagnuolo chegou a ficar dois dias em Washington, no início de fevereiro, para negociar um contrato.

Óbvias são as razões que levam Jets, Browns e Lions a terem tanto interesse em entrevistá-lo. Ano passado, na sua primeira temporada como coordenador, depois de oito anos como assistente em Philadelphia, Spagnuolo levou os GIANTS da 25ª para a 7ª posição no ranking das defesas. A equipe ainda teve uma das posturas mais agressivas na liga, liderando em número de sacks, com 53 ao todo. Nesta temporada, mesmo perdendo cinco titulares de sua linha de defesa, incluindo Michael Strahn e Osi Umenyiora, os Azuis subiram para a quinta colocação entre todas as defesas, conseguindo, até agora, 42 sacks.

Se Spagnuolo sair, ainda não está completamente claro quem irá substituí-lo. Ano passado, acreditava-se que planejam promover o treinador dos linebackers, Bill Sheridan, e é possível que ele continue nos planos, novamente. Contudo, pode haver um outro forte candidato, Mike Nolan, recém demitido dos 49ers, e ex-coordenador de defesa dos GIANTS, com cuja organização ainda mantém ligações. De acordo com as regras da NFL, os times com interesse em entrevistar um novo coordenador técnico empregado em uma equipe que esteja nos playoffs, poderá fazê-lo na semana de folga do profissional, mas não poderá lhe oferecer um emprego, até que se encerre a sua participação na pós-temporada.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

2009/2010

Ok, sei que ainda temos os playoffs pela frente e, tomara, mais um Super Bowl. Mas é legal termos idéia contra quem jogaremos no ano que vem.

HOME: Atlanta, Carolina, Oakland, San Diego, Arizona

AWAY: New Orleans, Tampa Bay, Denver, Kansas City, Minnesota

Os da divisão (Philadelphia, Dallas e Washington), como sempre, serão lá e cá.

* Créditos: Hilton, comunidade "New York Giants - Brasil", do Orkut.

Enfermaria

Aparentemente, com exceção do cara da foto, Sam Madison (fratura no tornozelo), todos os jogadores dos GIANTS estarão prontos para o primeiro jogo dos playoffs. Tom Coughlin espera que o running back Brandon Jacobs (joelho), um dos quatro titulares que foram desfalques em Minnesota, esteja de volta. Ele disse que o cornerback Aaron Ross (concussão) treinará nesta semana. O mesmo com o defensive tackle Barry Cofield (joelho) e o tight end Kevin Boss (tornozelo). O safety Michael Johnson (coxa) e o tight end reserva Michael Matthews (tornozelo) machucaram-se no jogo contra os Vikings, e Coughlin disse que Matthews tem uma tomografia agendada.

O treinador ainda declarou que Sam Madison está na lista de IR (injured reserve), encerrando assim sua temporada e, provavelmente, sua carreira de 12 anos. Mas Coughlin espera que Sam, que se tornou um paizão para os cornerbacks mais jovens, esteja envolvido com o time. “Toda vez que você tem um rapaz que conta com um fator como o dele, em termos de atitude e habilidade de oferecer conselhos para um bando de jovens, que são apenas ouvidos às suas palavras, isso é uma grande coisa”, encerrou o coach.

Objetivo dos Giants: manter o foco

Eli Manning pretende passar a semana de folga perto de casa, relaxando durante o próximo fim de semana, enquanto assiste ao seu irmão Peyton e aos outros sete quarterbacks, atuando na rodada de wild-cards dos playoffs da NFL. “Meus planos de viajar para Cabo foram por água abaixo”, disse o QB dos GIANTS, acrescentando, rapidamente: “A propósito, isso foi uma piada”. Na verdade, foi uma referência à viagem feita por Tony Romo, dos Dallas Cowboys, na mesma época da temporada passada. Na oportunidade, Romo levou sua namorada (Jessica Simpson), a família dela e mais alguns companheiros de time, para curtirem um dias na ensolarada cidade mexicana. Na volta do “passeio”, os GIANTS simplesmente passaram por cima dos Cowboys, em pleno Texas.

Enquanto nenhum de seus jogadores estarão se bronzeando no México, ao estilo Tony Romo, o técnico Tom Coughlin terá um interesse diferente nesta semana: fazer com que os atletas não percam o foco no jogo de 11 de janeiro, no Giants Stadium, válido pelos playoffs. Ele agradece a folga, assim como todos os seus comandados. “Isto é algo do qual podemos tirar vantagem”, declarou Coughlin nesta segunda-feira, depois dos GIANTS encerrarem a temporada regular no domingo, com um retrospecto de 12-4. “Veio realmente numa hora perfeita para nós. Acho que nem preciso falar da sequência de jogos muito, muito competitivos, difíceis e complicados que tivemos que encarar. Agora nós iremos trabalhar, teremos alguns dias de treinamento bastante sólidos. Mas também descansaremos alguns caras. Se o pessoal do departamento médico me disser que é melhor cuidarem deles por mais um dia ao invés de treinarem, levaremos isso em consideração”.

Coughlin disse achar que seus jogadores estão muito conscientes de que têm que promover melhorias no estilo de jogo, após três derrotas nos últimos quatro jogos. E ele tem fortes pensamentos sobre como colocar essas melhorias em prática, de quarta a sexta-feira desta semana, mesmo que os GIANTS não saibam quem será o seu primeiro adversário no início dos playoffs. Manning falou que essa é a hora de trabalhar em fundamentos e na parte técnica, já que não há nenhum planejamento de jogo específico envolvido. “Nós realmente podemos gastar nosso tempo trabalhando em rotas a serem usadas nos playoffs. Então, a gente pode melhorar em alguns fundamentos”.

De acordo com o middle linebacker Antonio Perce, um dos objetivos da defesa será eliminar as longas corridas proporcionadas aos adversários nas últimas rodadas, como as 67 jardas anotadas por Adrian Peterson no jogo passado. “Nós vacilamos pelo menos uma vez em cada uma das quatro últimas semanas. Você pode estar jogando bem, mas uma vez que cede mais de 60 jardas em uma única jogada, isso é algo desencorajador”.

Caso Burress: suspensão chega ao fim, mas retorno ainda está distante

A suspensão de quatro partidas imposta a Plaxico Burress chegou ao fim na última segunda-feira, mas não esperem ver o problemático wide receiver junto dos GIANTS, tão cedo. Embora Burress esteja tecnicamente autorizado a voltar a Meadowlands para trabalhar e se reabilitar da contusão na coxa, ele provavelmente não retornará antes da última participação dos GIANTS nos playoffs.

O general manager Jerry Reese disse que Burress tem outras prioridades no momento, que não dizem respeito a estar envolvido com o time. “Plaxico está no seu momento de recuperação da contusão, e também de cuidar de outras questões, referentes à sua vida pessoal. Nosso departamento médico prescreveu um tratamento de reabilitação para ele, para curá-lo dos seus problemas físicos. Nós sentaremos para conversar com o atleta no momento adequado, muito provavelmente depois da conclusão desta temporada”.

Não está claro se os GIANTS explicitamente baniram Burress do seu estádio, o que provavelmente chamaria a atenção da Associação de Jogadores da NFL. Um representante da entidade não retornou as diversas mensagens que pediam comentários sobre a questão. Burress está separado de sua equipe desde 2 de dezembro, quando foi suspenso sem direito a receber pagamento, menos de uma semana após ter atirado em sua própria perna, numa boate de Manhattan.

Ainda não se sabe se os GIANTS planejam trazê-lo de volta para a próxima temporada. Ele também está enfrentando uma provável possibilidade de ser suspenso por violar a política de conduta pessoal da NFL.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Carr no caminho certo

David Carr ganhou a vaga de Eli Manning para iniciar o segundo tempo do jogo de domingo, na derrota dos GIANTS para os Vikings, por 20-19. Logo na sua primeira jogada, ele conseguiu avançar o ataque em 7 jardas, na base do scramble. "Obviamente, ele se movimenta um pouco melhor do que Eli", disse o guard Chris Snee. "Ele fez algumas ótimas movimentações, com as quais não estamos acostumados", acrescentou o center Shaun O´Hara.

Os homens de ataque sempre gostam do estilo não muito ousado de Manning. No seu primeiro jogo de verdade pelos GIANTS, Carr foi efetivo (8 de 11 passes, 11 jardas, 1 touchdown), evitando maiores erros, fazendo o que Manning não havia conseguido, ao levar o time à end zone. "Isso ajuda os caras ao meu redor, fazendo com que tenham mais confiança, a partir do momento em que eu faço o correto em determinados momentos", declarou Carr.

Está aberta a caça ao Super Bowl


Olá, Gigantes!

Chegamos ao fim de uma temporada regular sensacional. Ao contrário de muitos campeões que fazem feio no ano seguinte à conquista do título, nosso BIG BLUE honrou o anel que carrega no dedo. Melhor campanha da conferência NFC, mesmo com aposentadorias, contusões, tiros etc.

Mas, por mais fanático que cada um aqui seja, é preciso reconhecer que a NFL é uma grande incógnita, especialmente quando têm início os playoffs. Esse é o momento em que, times de alguma forma desacreditados, resolvem se empenhar ainda mais nos treinamentos e jogos. O melhor exemplo disso é a nossa própria equipe, que conseguiu a maior zebra da história recente, ao derrotar os, até então, "perfeitos" Patriots, na última temporada.

A partir de agora, o negócio é sentar diante da TV ou do computador aos domingos, abrir umas cervejas e curtir um dos maiores espetáculos da Terra: a luta pelo SUPER BOWL, o evento esportivo individual mais importante do planeta!

GO, BIG BLUE!
* nos comentários do tópico, vamos fazer o seguinte: cada um coloca as equipes que acha que estarão em Tampa Bay no próximo 01 de fevereiro.

Derrota nos últimos instantes

O som da comemoração da torcida podia ser ouvido até no túnel que levava aos vestiários dos GIANTS, enquanto os jogadores caminhavam em silêncio após o fim da partida. Eles haviam acabado de chegar ao fim da temporada regular, com uma derrota por 20-19 para os Vikings, após um field goal de 50 jardas com o tempo regulamentar estourado, o que não agradou em nada aos líderes da NFC. "Você acha que estamos felizes após perder esse jogo? Claro que não! Estamos chateados. Mas já era. A temporada regular já era", declarou Antonio Pierce.

Ele está certo. Essa derrota não foi capaz de abalar os GIANTS e, após os jogadores terem ido para o chuveiro ao fim do jogo, foi como se toda a chateação tivesse ido embora ralo abaixo. A equipe jogou de acordo com o decretado por Tom Coughlin, jogando firme e visando a vitória, mas, ao mesmo tempo, com quatro titulares sequer vestindo uniforme e muitos outros, incluindo Eli Manning, sendo substituídos durante o segundo tempo.

Os Vikings tentavam desesperadamente chegar aos playoffs, e deram tudo pela vitória, mesmo que eles conseguissem vencer a NFC North se os Texans derrotassem os Bears (o que, de fato, aconteceu). Minnesota jogou como se toda a temporada estivesse sendo disputada apenas nesse domingo no Metrodome. Os GIANTS, com David Carr jogando o segundo tempo inteiro como quarterback, lideravam com o quarto field goal de John Carney no início do último quarto, mas os Vikings reagiram. Em um outro dia, esta teria sido uma derrota arrasadora. Mas não neste domingo. Mesmo com o fato de o time ter perdido três dos últimos quatro jogos, os Azuis (12-4) poderão jogar os playoffs no seu território. Eles saíram de jogo saudáveis, exceção ao tornozelo fraturado pelo cornerback reserva Sam Madison, e poderão descansar nesta semana, antes de iniciarem a preparação para a pós-temporada. O adversário da primeira rodada para os GIANTS sairá de um desses três times: Eagles, Falcons ou Cardinals.

Como esperado, os jogadores que não estavam em boas condições físicas (Brandon Jacobs, Aaron Ross, Kevin Boss e Barry Cofield), não jogaram. Derrick Ward, começando no lugar de Jacobs, precisava de 52 jardas para atingir a marca de 1.000 na temporada, juntando-se ao seu companheiro nessa condição tão exclusiva. Ward conseguiu a façanha na primeira carregada no segundo tempo, passando a integrar o seleto hall de quatro duplas de RBs do mesmo time na história da NFL, a superar as 1.000 jardas por jogador, na mesma temporada.

Os GIANTS correram bem com a bola (135 jardas), contra a melhor defesa da liga contra o jogo corrido, e contra Adrian Peterson, o líder da NFL em corridas. Peterson conseguiu 103 jardas, sendo 67 delas no segundo quarto, com direito a touchdown. Se você se preocupa com fatos alarmantes, a defesa de NY permitiu, pelo quarto jogo consecutivo, um TD com corrida de mais de 30 jardas. Coughlin não estava feliz com isso, ou com o fato de outra grande jogada, um passe de 54 jardas recebido por Bernard Berrian, ter ocorrido quando o cornerback rookie, Terrel Thomas, tropeçou e caiu próximo da linha de scrimmage, permitindo a Berrian correr livre.

Manning não estava especialmente afiado, e não levou os GIANTS à end zone no primeiro tempo, quando os Vikings lideravam por 10-9. Carr, conseguindo sua primeira atuação significativa na temporada (ele só tinha lançado um passe até então), mostrou desenvoltura, completando 8 de 11 passes, para 119 jardas, incluindo um passe de 23 jardas para o TD de Domenik Hixon, no terceiro quarto, para colocar os GIANTS à frente por 16-10. E uma interceptação na end zone feita pelo safety James Butler, ajudou o quarto FG convertido por John Carney, para fazer 19-10 para os Azuis.

Carney, entretanto, perdeu um field goal de 48 jardas com 3:17 para serem jogados. "Tinha que ter convertido aquele chute", lamentou o kicker. Longwell converteu o seu para os Vikings apenas alguns minutos depois, e aconteceu o que todos sabem. "Agora vamos descansar um pouco. Chegamos ao momento que justifica o porquê de jogarmos, o que nos deixa bastante excitados", disse o guard Chris Snee.

domingo, 28 de dezembro de 2008

GIANTS vs VIKINGS

AO VIVO
DOMINGO (28/12) - 16h00min
Com Ivan Zimmerman, Silvio Santos Junior e Paulo Mancha

sábado, 27 de dezembro de 2008

Carr, pronto para a batalha


Eventualmente, os GIANTS nomearão um MVP para seu ataque, um para a linha de defesa e um para o time de especialistas. Só que eles já podem ter um desses na equipe reserva. David Carr, o quarterback suplente de Eli Manning, apareceu em apenas dois jogos e lançou apenas um passe nesta temporada. O nº1 na escolha de draft feita por Houston em 2002, imagina que terá sua primeira atuação substancial no próximo domingo, em substituição a Manning, no encerramento da temporada regular, contra Minnesota.

Seu valor para o time, entretanto, tem sido mostrado nas quartas, quintas e sextas-feiras, e não aos domingos. "Ele é espetacular", disse o coordenador de defesa, Steve Spagnuolo, sobre o homem que faz a equipe de ataque reserva avançar a cada semana, preparando a defesa dos GIANTS para o que eles verão do QB adversário no jogo seguinte. "O que é legal sobre o Dave, é quando você vai enfrentar um quarterback que atua fazendo scrambling, pois ele sabe fazer isso. E quando o adversário seguinte é dos que ficam no pocket, andando para trás, ele também dá conta do recado. Ele é um cara muito talentoso, e que grande cara é. Ele faz tudo o que você pede. Eu chego até ele e digo 'Ei, você pode fazer isso numa próxima?', e ele é ótimo, simplesmente demais. Nós somos realmente favorecidos por tê-lo aqui conosco".

Isso certamente não era o que Carr esperava de sua sétima temporada, quando os Houston Texans o selecionaram como nº1, em 2002. Em suas 5 temporadas em Houston, ele experimentou alguns bons momentos, mas vários maus, com um desempenho de 22-53 como QB titular. Ele foi sacado 249 vezes em 76 jogos. Sua experiência foi bem diferente de outro draftado nº1. Manning entrou numa situação aonde foi logo ganhando a confiança de Tom Coughlin, em 2004, e desfrutou de proteção para seus passes, na maior parte do tempo.

"'Invejoso' pode ser uma boa palavra", disse Carr, com um sorriso no rosto, sobre os seus sentimentos sobre Manning. "Só de olhar pela liga, para diferentes caras e situações, que a gente logo percebe que também há uma questão de sorte. Eu não mudaria nada do que aconteceu. Eu fui feliz estando em Houston. Tive grandes momentos lá. Nós não vencemos muitos jogos como queríamos, mas fiz grandes amigos, tivemos boas experiências e joguei bola".

Carr sabia que não jogaria muito quando assinou com os GIANTS antes da temporada, considerando o talento e a solidez física de Manning. Depois de uma temporada contundido em Carolina, entretanto, ele estava à procura de voltar a estar em um grupo e, quem sabe, com uma vaga de titular em 2009, em algum lugar. Carr diz que ainda não pensou no que virá. "Eu aprendi muita coisa apenas por estar nesse grupo. Eu acho que disse isso quando chequei aqui, apenas por ter visto os sujeitos durante os playoffs. Eles eram um grupo de caras que eu queria ter à minha volta. Não sabia nada sobre eles, mas uma vez que eu cheguei aqui, as coisas aconteceram como deveriam acontecer. Isso sim é football vencedor".

Ele disse que ficou particularmente impressionado com a maneira como os jogadores reservas dos GIANTS estão sempre prontos para dar um passo à frente, e quer estar preparado para o caso de ter que jogar na pós-temporada. Conseguindo alguma atividade no próximo domingo, já o ajudaria neste objetivo. "Claro, eu adoro estar em campo e lançar algumas bolas. É divertido se preparar durante a semana. Mas há algo que fica faltando no fim de semana, depois de você sentar na sala de reunião antes do jogo, e conversar sobre as mesmas coisas que Eli está conversando, sabendo que, na hora do jogo, sou em quem ficará no banco. Então, claro, eu adoraria entrar em campo e lançar a bola, um pouquinho que fosse".

Um velho conhecido

O tight-end dos Vikings, Visanthe Shiancoe, finalmente começa a dar frutos para a franquia de Minnesota. Eles esperaram mais de um ano para que o seu muito bem pago jogador começasse a corresponder, mas isso está acontecendo na melhor hora possível. "Leve o seu trabalho a sério. Esse é o segredo", disse Shiancoe, que está começando a entrar nas estatísticas da NFL, como o terceiro melhor na sua posição neste ano, com sete recepções para touchdown. "É evidente o que você tem que fazer, estando na mesma frequência do seu quarterback e de todo o ataque, incluindo aí os treinadores. Há um monte de comunicação nisso tudo".

A autoconfiança de Shiancoe não é exatamente algo inerente à sua pessoa. Ele não foi muito bem conceituado quando universitário, até o seu ano de senior na Morgan State, quando os olheiros da NFL começaram a expressar algum interesse. Ele escolheu uma faculdade historicamente conhecida por contar com muitos alunos negros, em Baltimore, porque era pertinho da rua em que morava, em Silver Spring e, segundo o próprio jogador, ele não estava preparado para uma grande universidade naquela época. "Eu sempre fui o filhinho da mamãe", disse Shiancoe.

Os GIANTS o escolheram na terceira rodada do draft de 2003, e ele atuou em todas as partidas como suplente de Jeremy Shockey. Os Vikings, entretanto, gostaram da sua estatura e força física, e assinaram com ele um contrato de 5 anos e mais de $18 milhões, algo um pouco esquisito para um cara sem muita história na liga. As desconfianças só aumentaram na temporada passada, enquanto Shiancoe derrubava vários passes, alguns na end zone, terminando o ano com 323 jardas em 27 recepções. Contudo, os treinadores trabalharam na sua melhora durante a primavera e o verão americano, mas Shiancoe ainda tinha problemas em segurar a bola no training camp. Todo aquele trabalho extra gasto para melhorar o seu jogo de pernas e sua capacidade de manter os olhos na bola, sem perder a firmeza das mãos, finalmente deram resultado. Uma má notícia para os GIANTS, que verão no próximo domingo o seu ex-camisa 82, melhor do que nunca esteve, com a camisa roxa nº 81 de um time que só pensa na vitória, para se manter vivo para os playoffs.

Eli Noel

O QB Eli Manning deu a seus homens da linha ofensiva um belo presente de Natal, para ser aproveitado em fevereiro de 2009. Manning levará três de seus companheiros, junto com suas esposas, para passar uma semana no Hawaii durante a época do Pro Bowl. Os sortudos são os tackles Kareem McKenzie e David Diehl, e ainda o guard Rich Seubert. O também guard Chris Snee e o center Shaun O´Hara estarão lá, como membros do time da NFC.

"É apenas a chance de lhes oferecer umas pequenas férias....afinal, se tenho a oportunidade de estar lá, isso só acontece porque tenho caras que me dão proteção para desempenhar um bom trabalho", disse Manning.

"É algo muito legal da parte do Eli. Iremos até lá, para nos divertir muito!", declarou Diehl, sobre a generosidade de seu quarterback. "Eu acho que nossas esposas estão mais empolgadas do que a gente. Afinal, todos nós queremos jogar no domingo anterior (no Super Bowl) e daí, então, sairmos de férias", encerrou.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Hixon "na pegada"

Depois das grandes oportunidades de recepções desperdiçadas nas duas últimas semanas, algo aconteceu com a confiança de Domenik Hixon, que conseguiu cinco jogadas completadas no último domingo contra os Panthers. E não há dúvidas de que Hixon trabalhou a sua confiança para agarrar melhor a bola. "Absolutamente. Foi uma sensação muito boa. Só por conseguir superar uma defesa forte e avançar um pouco no campo, já foi legal. Foi um jogo muito brigado e nós precisávamos de algumas boas jogadas", disse o camisa 87.

Essa é a função de Hixon atualmente para os GIANTS: fazer boas jogadas na ausência de Plaxico Burress. E para todos os que duvidam dele após a terrível largada de bola contra os Eagles, e ainda pela maneira como o wide receiver não conseguiu se livrar da defesa dos Cowboys, os GIANTS provaram que nunca duvidaram de que Domenik é "o cara" para as grandes jogadas. Isso ficou evidente na última vitória, que deu a cabeça de chave nº1 para os Azuis, e fez com que o jogo do próximo domingo em Minnesota não signifique nada na tabela para a equipe. Não apenas no primeiro lance da partida, quando Eli Manning fez com que Hixon completasse 9 jardas, mas novamente no qual ele recebeu para 42 jardas, quatro jogadas depois.

Neste lance, Manning escapou da blitz de Carolina, lançando a seguir para o camisa 87, que conseguiu, pela quarta vez na temporada, uma marca maior do que 30 jardas em uma jogada (a melhor do time). Ela resultou num field-goal de John Carney mas, na verdade, fez muito mais do que isso. Os Panthers foram forçados a ficar de olhos atentos sobre Hixon, alterando a postura de seus defensores. E se essa não foi a maior razão para os GIANTS terem terminado o jogo com 301 jardas terrestres, ao menos, ajudou. "Eu penso dessa maneira. Os DBs deles ficaram um pouco menos agressivos na linha de scrimmage. Assim, penso que colaborei para o resto do ataque funcionar", disse Hixon.

Essa foi a maior colaboração que o receiver de 1,88m e 84Kg trouxe para seu novo cargo, de substituto de Burress. Existiram questionamentos sobre sua habilidade de lidar com essa situação após as duas performances anteriores, mas a verdade é que ele está sabendo trabalhar muito bem com isso, durante todo o ano. Completando suas longas jogadas, Hixon levou os GIANTS a uma média de 13,7 jardas no jogo aéreo, e suas 39 recepções para 534 jardas estão em terceiro no time. Nos seis jogos em que os Azuis jogaram sem Burress (incluindo um no Arizona, aonde Burress só disputou três jogadas), Hixon conseguiu 28 recepções para 391 jardas e um touchdown. Isso projetaria uma marca de 74 passes recebidos para 1.024 jardas, em 16 jogos completos. Em outras palavras, ele está jogando no nível de Plaxico. Com Hixon em parceria com Steve Smith (55-554-1) e Amani Toomer (46-564-4), os GIANTS têm razões para estarem confiantes em produzir um jogo aéreo eficiente sem Burress.

"Sabe de uma coisa? Temos trabalhado pesado em todas as semanas do ano, assim como durante esta semana, e faremos o mesmo no próximo domingo. Não mudará nada para nós", disse Hixon. "Algumas coisas ruins acontecem durante as partidas, mas você tem que seguir em frente e não ficar se lamentando pelo passado. É duro....você quer fazer todas as jogadas, completar todos os passes e tudo o mais. Mas é preciso prosseguir e continuar trabalhando firme".

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Spagnuolo aberto a propostas

Na última temporada, as franquias interessadas em conversar com o coordenador de defesa Steve Spagnuolo, sobre um emprego como treinador principal para a temporada seguinte, não puderam falar com ele durante o período de semana de folga. A razão? Os GIANTS não tiveram a situação de bye nos playoffs, fazendo com que Spagnuolo ficasse fora de área até o Super Bowl.
Como cabeça de chave nº1 na NFC, os Azuis terão folga na próxima semana, e Steve, logo a seguir do jogo de encerramento da temporada regular em Minnesota, poderá conversar com qualquer um que queira se encontrar com ele. Haverá uma longa lista de times procurando por novos técnicos, e Spagnuolo está cotado como um dos caras que estarão no topo dessa lista.
"Bem, eu ainda não pensei nisso. Eu irei pensar ou me interessar quando isso acontecer. Tenho muito respeito pelo treinador Coughlin, John Mara e a família Tisch, pessoas com as quais me preocupo nesse exato momento". Nenhum pensamento? "Eu tenho que imaginar o que comprarei para a minha esposa neste Natal. Tenho muitas coisas para fazer agora", brincou. "Quando as coisas começam a preocupar, eu não me divirto. Eu apenas tento me manter focado no que estamos fazendo aqui".
Os GIANTS não queriam perder Spagnuolo no ano passado. Ele chegou a conversar com os Redskins e seria contratado, mas ele colocou-se fora do negócio, sendo recompensado com um contrato de $2 milhões por ano. Tom Coughlin está sob contrato até a temporada de 2011, e nunca declarou que irá se aposentar depois disso. Os GIANTS não farão de Spagnuolo um coordenador técnico em espera, principalmente porque seria uma espera muito longa e eles, em momento algum, se desinteressaram por Coughlin.
"Faremos tudo o que pudermos para tentar mantê-lo aqui com a gente, mas em algum momento a proposta certa poderá vir de alguém, e ele terá que considerar isso", declarou o co-proprietário da franquia, John Mara.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL!!!

Que todos nós tenhamos um ótimo Natal, sem a menor pressa para recebermos o presente (quem sabe no dia 01 de fevereiro?!? hehehe). Que Deus abençoe a todos.
Abraço GIGANTE!

Plaxico se complica cada vez mais

Em busca realizada na cidade de Totowa, na residência de propriedade do wide receiver Plaxico Burress, foram encontradas armas, munições e roupas usadas no tiro acidental do último mês, numa boate de New York, de acordo com a polícia local (na foto, Burress está na companhia de um fã, instantes antes da confusão).

Uma pistola 9mm e um rifle estavam entre as armas apreendidas na busca, que começou por volta das 13h30min da última terça-feira, de acordo com o Sgt. Dennis Blakeley. Ele confirmou que a roupa perfurada com o disparo no dia 29 de novembro estava lá. O advogado de Burress, Benjamin Brafman, recusou-se a comentar o fato, na manhã desta quarta.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

O que for melhor para os Giants

Tom Coughlin disse, nesta terça-feira, que fará o que for interessante para os GIANTS, mas não disse "se" ou "como" os seus titulares irão jogar no jogo final da temporada regular, domingo, contra os Vikings. "Minha resposta para todas as suas perguntas será que, em conjunto com todo o departamento médico e com nossas idéias de fazer um bom jogo, o que é sempre nossa intenção, faremos as melhores coisas para a equipe", disse o treinador.

Os Azuis atingiram o topo da conferência NFC na primeira fase, e não ganharão nada a mais com uma vitória. Contudo, os Vikings precisam da vitória para conquistar a divisão Norte da NFC e uma vaga nos playoffs. "Você tem que estar atento para o fato de que eles têm uma tremenda responsabilidade nesse jogo, e que jogarão o mais sério possível. E todo jogador que estiver no nosso vestiário tem que entender isso".

Eli Manning, por sua vez, disse que não sabe se jogará a partida inteira, mas que está preparado para isso. "Apenas precisamos ter uma ótima semana de preparação, manter o foco e tentar ver se podemos melhorar o que fizemos na semana passada".

Os GIANTS tiveram que jogar três jogos de playoff como visitantes na temporada passada, até conquistar o Super Bowl, depois de superar na grande final os até então invictos, Patriots. Manning disse que a equipe tiraria a vantagem possível desta semana. O time poderia, assim, descansar os contundidos Brandon Jacobs, Domenik Hixon, Fred Robbins e Aaron Ross, dentre outros.

"Eu acho que seria fantástico ter alguns caras de volta nas próximas partidas, recuperados fisicamente, depois de lhes dar um descanso. E toda vez que você consegue uma folga, você pode sentar e assistir a alguns jogos e saber como jogará o seu adversário do primeiro jogo dos playoffs", encerrou o camisa 10.

"Dupla Dinâmica" fazendo história

Brandon Jacobs não estava emocionado por ter corrido apenas 87 jardas (com 3 touchdowns) no seu retorno, após uma contusão no joelho. Mas ele sorriu ao ouvir que Derrick Ward terminou a partida com 215. "Isso é porque nós somos parceiros de time", disse Jacobs.

Graças às 215 jardas ganhas por Ward, na vitória dos GIANTS sobre Carolina, a franquia agora está prestes a se tornar a quarta na história (e a primeira nos últimos 23 anos) a ter dois running backs com mais de 1.000 jardas na mesma temporada. Jacobs já tem 1.089 desde o início do campeonato. O total de Ward é 948, significando que ele precisa de apenas mais 52 em Minnesota, no próximo domingo.

"Eu acho que eles são o melhor conjunto da NFL, nesse momento", disse o defensive end Justin Tuck. A última dupla a superar as 1.000 jardas terrestres, cada um, era formada por Kevin Mack e Earnest Byner, do Cleveland Browns de 1985. Em 1972, Larry Csonka e Mercury Morris fizeram isso pelo Miami Dolphins e, em 1976, Franco Harris e Rocky Bleier deram essa façanha aos Pittsburgh Steelers. Os Atlanta Falcons tiveram dois jogadores conseguindo tal marca, em 2006, mas apenas Warrick Dunn era RB, pois Michael Vick era um quarterback (o que também é impressionante).

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

O dia em que a terra parou

O que aconteceria se Brandon Jacobs, Derrick Ward e Ahmad Bradshaw pudessem correr em uma jogada, ao mesmo tempo?

Bem......

* créditos da imagem ao Silvio Peters.

A união faz a força

Na arrancada dos GIANTS para o Super Bowl na última temporada, e nos 12 primeiros jogos da atual, a marca registrada do time foi a "solidez". Enquanto a contratação de Brett Favre pelos Jets distraía a todos no verão e a mídia num geral desrespeitava os campeões, ou até mesmo com as contusões que prejudicavam a franquia, os GIANTS aparentavam-se indiferentes às distrações. Eles simplesmente seguiam em frente.

Porém, depois da maluquice de Plaxico Burress no mês passado, ao mesmo tempo em que Brandon Jacobs ficava limitado por uma contusão no joelho, os Azuis viram-se diante de circustâncias que eles não poderiam mais ignorar.

"Nós simplesmente não conseguíamos manter aquela chama", disse o offensive tackle Kareem McKenzie, depois da eletrizante vitória na prorrogação dos GIANTS sobre os Panthers, por 34-28, na última noite de domingo. Depois do primeiro drive contra Carolina, os Big-Blues tiveram a sensação de que tinham redescoberto a tal chama dentro deles. A posse de bola resultou em apenas um field goal, mas o quarterback Eli Manning fez uma grande jogada (praticamente uma miniatura do "milagre do Super Bowl", quando escapou de um massacre da defesa adversária), e Domenik Hixon conseguiu uma ótima recepção.

A coisa mais importante que ocorreu durante a partida, talvez tenha sido a dica que Jacobs deu ao seu parceiro de posição, Derrick Ward, nos instantes que antecederam a prorrogação. "Eu disse a ele, antes do tempo extra: 'Olha, você é o melhor cara dentre nós nessa noite....eu quero você lá dentro, detonando'", disse Jacobs. "E ele foi até lá e nos provou isso. Isso é o que um companheiro de time deve fazer. Eu o amo até a morte. Então, a gente tem que continuar mandando ver. Temos um longo caminho à nossa frente".

Breves sobre a partida

Um pouco antes do kickoff, os GIANTS já conseguiam, ao menos, a segunda colocação na conferência, quando os Vikings foram derrotados pelos Falcon em Minnesota, por 24-17. "Nós não prestamos muita atenção nisso", confessou o técnico Tom Coughlin

O DT Justin Tuck jogou mesmo sendo dúvida, devido a uma forte gripe que o atingiu pela manhã. Ele precisou de injeções de soro para evitar a desidratação durante a partida, quando chegou a cair várias vezes por fraqueza e uma contusão em uma de suas canelas. "Era um grande jogo, e eu não ficaria de fora por nada nesse mundo", disse Tuck.

O CB Aaron Ross saiu no terceiro quarto com uma concussão. O DT Barry Cofield deixou o campo com 10:28 restando no segundo quarto, ao cair se contorcendo de dores depois de um lance com DeAngelo Williams, que correu ali 16 jardas.

Domenik Hixon (foto) brilhou com a recepção de uma conversão de dois pontos, que empatou a partida, cortando por dentro da endzone o CB Ken Lucas. "Nós sempre trabalhamos nesse tipo de pontuação. Você nunca sabem quando irá precisar de uma", finalizou o wide receiver.

Feagles chuta a derrota para longe de NY

Não é uma atitude inteligente começar uma partida desagradando o técnico Tom Coughlin, a não ser que você seja um punter de 42 anos de idade, que sabe acertar um chute absolutamente preciso na hora certa. Isso foi o que aconteceu no quarto período com os GIANTS, na vitória de 34-28 sobre os Panthers na noite passada. Eli Manning foi sacado por Julius Peppers, o que forçou um punt próximo do meio-campo, área aonde Jeff Feagles simplesmente domina tudo. O veterano, que havia retornado pessimamente um chute em ocasião anterior, desta vez conseguiu acertar a bola de forma que ela caísse na linha de 1 jarda, momento em que o rookie Terrel Thomas pôde alcançá-la antes que chegasse à endzone.

Perdendo por 28-20, os GIANTS forçaram o ataque de Carolina a perder as três tentavisa de avanço, quando os Panthers tiveram que jogar com as costas contra a parede, cedendo ao Azuis o empate, no drive seguinte, com direito a conversão de dois pontos. "Quando eu estava correndo para o campo, Tom Coughlin berrou para que conseguíssemos encurralá-los dentros das 5 jardas. Quando acertamos o punt, resolvi ser sarcástico e perguntei a ele: 'Que tal na jarda 1?'. Isso é resultado de um relacionamento de 5 ou 6 anos. Eu não diria uma coisa dessas a algum tempo atrás".

Coughlin caiu na risada quando relembrou da jogada. "Eu acho que foi algo monstruoso", disse, à respeito do punt. "Se você está lá apenas para quatro ou cinco jogadas em uma partida, e você consegue fazer uma jogadaça dessas para ajudar seu time, isso é o máximo", comentou Feagles, que na última semana foi nomeado para seu segundo Pro Bowl.

Miau.....

Correu, correu e......morreu! Número 34, só Derrick Ward. Respeito é bom, e a gente gosta.


PS* DeAngelo, vai chorar na cama, que é lugar quente!!! :)

Giants atropelam os Panthers debaixo de muito frio

O caminho para o Super Bowl na conferência NFC, passará por Meadowlands, porque o NEW YORK GIANTS fez o que os times têm que fazer em condições climáticas adversas: correr com a bola. Derrick Ward correu para a maior marca de sua carreira (215 jardas) e ainda viu seu companheiro Brandon Jacobs marcar um touchdown numa corrida para 2 jardas, com 9:57 para o fim da prorrogação, fazendo com que os atuais campeões do Super Bowl atingissem o topo da conferência para a pós-temporada, com uma vitória, de virada, por 34-28 sobre o Carolina Panthers, na noite de domingo.
O placar final aqueceu o coração dos fans, que encararam bravamente o vento congelante e a neve em seus assentos no estádio, para ver New York despertar para uma dramática vitória. Eles jogaram bolas de neve no campo antes do jogo, e brincaram com o gelo como se fosse confete, quando Jacobs marcou o ponto decisivo. Os GIANTS forçaram o tempo extra, quando Jacobs pareceu uma escavadeira de neve na end zone para pontuar, e Eli Manning lançou para Domenik Hixon, desmarcado, conquistar a conversão de dois pontos, com 3:21 para serem jogados no quarto período.
DeAngelo Williams correu para quatro touchdowns pelo lado de Carolina. Ele igualou seu próprio recorde de td´s corridos em um jogo, e atingiu a marca de 20 touchdowns na temporada, quebrando o recorde anterior da franquia, de 16, conquistado por Muhsin Muhammad. O seu quarto no jogo de ontem, foi uma corrida de 30 jardas no último período, que deu a liderança para os Panthers por 28-20.
Os GIANTS precisaram de 7 jogadas no drive decisivo, para avançarem 44 jardas, quando Kevin Boss colocou os Azuis a 5 jardas da endzone, com uma recepção de 12 jardas. Na jogada seguinte, uma falta cometida pelo cornerback Ken Lucas fez com que a bola fosse colocada na linha de 1 jarda. Jacobs se encarregou do resto.
Os Panthers tiveram uma chance para vencer no tempo regulamentar, mas John Kasay errou sua tentativa de field goal de 50 jardas, com apenas quatro segundo restando. Detalhe que, até milésimos de segundo antes da bola sair, a impressão que dava era que a vitória de Carolina aconteceria, porém, o vento foi amigo dos donos da casa e soprou a bola para um pouco além da trave direita.
Contudo, numa noite em que Brandon Jacobs e DeAngelo Williams, cada um de uma equipe, mas juntos conseguiram 7 touchdowns, quem roubou os holofotes foi Derrick Ward, a verdadeira estrela da noite gelada em New Jersey, especialmente na decisiva prorrogação. Em suas 15 carregadas, o número 34 atingiu 215 jardas. No tempo extra, Ward destruiu a linha defensiva de Carolina e avançou 51 jardas do campo de defesa dos GIANTS (partindo de 13), e ainda acrescentou as 14 jardas que colocaram a bola na marca de 19 no campo dos Panthers, e ainda mais 17 jardas que deixaram Brandon Jacobs a apenas 2 jardas do ponto decisivo.
"Foi explosão pura. Nós fomos capazes de detonar a defesa adversária", disse Ward, sobre a corrida de 51 jardas. "Richie (Seubert) empurrou geral e abriu o buraco. Depois disso, ficou fácil". Tom Coughlin, como técnico, disse que "jogamos novamente como sabemos hoje (ontem) à noite. Nossos rapazes têm uma cabeça ótima. O Ward foi fantástico. As jardas que ele avançou podem ser atribuídas à linha ofensiva e aos wide receivers que bloquearam muito bem no campo".

Derrick, we love you!

Pessoal, depois comento direito.....
O importante, é que ensinamos aos bichanos de Carolina o que é CORRER COM A BOLA!!!!
GO, BIG BLUE!!!

sábado, 20 de dezembro de 2008

Sunday Night Live - GIANTS vs PANTHERS

AO VIVO
DOMINGO (21/12) - 23h00min
com Everaldo Marques e Paulo Antunes
** Blog do Everaldo na ESPN: http://blogs.espn.com.br/everaldomarques/

Gilbride: "Os erros do ataque não irão se repetir"


Parece que foi há apenas algumas semanas que o coordenador de ataque dos GIANTS, Kevin Gilbride, foi referenciado como um gênio, por escolher as jogadas que levaram os BIG BLUES a se tornarem a linha ofensiva mais potente da liga. Na verdade, isso aconteceu, mas foi antes da suspensão de Plaxico Burress e da contusão de Brandon Jacobs. Nas duas recentes derrotas, o ataque dos GIANTS foi tudo, menos extraordinário.

Eu poderia, facilmente, lhes dar um monte de explicações furadas, mas o que importa é que nós todos sabemos que estamos passando por uma fase difícil, e que temos que elevar nosso nível de jogo”, disse Gilbride. “Eu acho que nossos jogadores entendem isso, e eles estão olhando pra frente para se redimirem das duas últimas semanas”.

Ajudará ter Jacobs de volta (aparentemente, ele jogará na noite de domingo contra os Panthers), mas Gilbride insiste que a ausência do running-back, embora tenha prejudicado o ataque, não mudou a forma de jogar das defesas adversárias. “Nenhuma diferença. Afetou a nossa forma de jogar ou o resultado obtido por nós ao final? Essa é uma questão complicada, e eu não sei se a resposta é afirmativa ou negativa”.

Burress, suspenso após atirar em si mesmo, na perna, no mês passado, não irá retornar. Por sua vez, Gilbride está confiante de que seus comandados não caíram de produção em relação ao início do ano. Ele também não acredita que o sofrimento da linha ofensiva sofrido contra Dallas, quando o quarterback Eli Manning foi sacado oito vezes, irá continuar.

Eu penso que tentaremos resolver esses problemas com vários tipos diferentes de jogadas, mudanças de pensamento ou ajustes, mas eu não acho que será algo que nos impedirá de sermos agressivos ao lançar a bola. Penso que podemos fazer algumas coisas, mas, certamente, todos nós teremos que contribuir e nos unirmos para que aquelas coisas não aconteçam novamente”.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Tiki Barber: "Não julguem Plaxico"!

Tiki Barber defendeu seu ex-companheiro de time, Plaxico Burress, e denunciou a mídia em geral no caso de porte e disparo de arma, durante um evento de caridade na última quinta-feira. Barber, ex-running back dos GIANTS, que vem sendo a muito tempo um apoiador de causa da Children´s Miracle Network, aceitou o cachê de $25.000 da Liquidnet, uma companhia de comércio eletrônico, em benefício da caridade.

Eu acho que estão julgando excessivamente o Plaxico”, Barber disse à imprensa, no evento da Liquidnet. “Mas New York é assim. Você tem esse tipo de coisas, mesmo que a história toda não tenha sido contada nas manchetes. Mas esse caso foi um grande equívoco. Eu fui um dos primeiros a reportar o fato, e é muito difícil criticar algo em que a gente não entende direito o que houve”.

Barber resolveu raciocinar sobre a decisão de Burress de carregar uma arma de fogo. “Eu não cresci no mesmo ambiente que alguns dos atletas que carregam armas cresceram”, disse Barber, que entrevistou Brandon Jacobs no GIANTS STADIUM, pela manhã, num quadro do programa Football Night in America, quando noticiou também que Jacobs jogará contra Carolina. “Mas muitos caras carregam armas consigo, pois é a forma como se sentem seguros. Meu único julgamento é que, se você resolver carregar uma, certifique-se de que esteja licenciada e, mais importante ainda, que você sabe como usá-la”.

Ele também comentou sobre a forma como Burress foi caracterizado pela imprensa. “Uma coisa que discordo, é a maneira como alguém pode ser fichado como um mau caráter. Ele não é nada disso. Apenas cometeu um baita de um erro”.

A armadilha está quase pronta

As condições climáticas no GIANTS STADIUM podem ser arrepiantes em dezembro e janeiro. Neve, chuva gelada e ventos congelantes fazem com que passar a bola seja mais traiçoeiro do que encarar o trânsito na hora do rush, na rodovia expressa de Long Island.

Isso é o que aguarda os times visitantes, no caso dos GIANTS conseguirem o mando de campo durante os playoffs. O fator clima e uma vantagem de 3 semanas, é por isso que os Azuis estarão jogando na próxima noite de domingo, quando receberão em casa o time de Carolina.

No ano inteiro os GIANTS têm jogado por essa vantagem de decidir em casa, embora eles tenham feito um ótimo trabalho como visitantes wild-card na temporada passada. Até as duas últimas derrotas, o ataque do time demonstrou o que foi construído para o próximo mês de janeiro no nordeste dos EUA, correndo para a melhor marca da liga, com uma média de 148,7 jardas por jogo, liderados por Brandon Jacobs, uma verdadeira máquina de correr.

Notícias da enfermaria

O único GIANT sem condições de treinar nesta última quinta-feira, com uma contusão no joelho, foi o linebacker Gerris Wilkinson (foto). Algo de positivo, considerando a enorme lista de contundidos do início da semana:

RB Brandon Jacobs (joelho);
WR Domenik Hixon (tornozelo);
RT Kareem McKenzie (costas);
DT Fred Robbins (ombro);
DE Justin Tuck (tíbia);
RB Derrick Ward (tornozelo);
WR Sinorice Moss (panturrilha);
RB Ahmad Bradshaw (pescoço);
S Kenny Philips (concussão);
LG Rich Seubert (gripe).

Tom Coughlin disse que "Jacobs estava se sentindo totalmente bem e aparentou movimentar-se perfeitamente", o que é um bom sinal para um jogo terrestre que pareceu adormecido sem ele, no útlimo fim de semana em Dallas. Fred Robbins também demonstrou-se bastante otimista sobre jogar contra os Panthers.

Webster com as armas afiadas para domingo

O cornerback Corey Webster assinou um novo contrato, de $43 milhões, por uma extensão de mais cinco anos, apenas alguns dias atrás. Quando o jogo do próximo domingo à noite chegar, ele terá uma nova chance de provar que foi bem merecido esse valor, quando encarar o receiver estrela de Carolina, Steve Smith.

Webster, que veio do banco de reservas na última temporada para se tornar o melhor jogador na cobertura dos GIANTS atualmente, insiste que a mudança na sua conta bancária não irá alterar nada dentro de campo. "Estou contente em ter esse contrato e por eles terem demonstrado confiança em mim. Sou grato às famílias Mara e Tisch. Mas não há nada de diferente. Ainda temos que ir pra campo e conseguir as vitórias".

Tom Coughlin expressou sua felicidade com a extensão contratual de um jogador jovem, com um futuro brilhante. "É sempre bom ter bons jogadores com quem você pode contar, que estão aqui", comentou o treinador.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Entrevista Pro Bowl - CHRIS SNEE

É engraçado que tanto o Feagles quanto o Carney estarão no Pro Bowl?
Sim. Obviamente, os dois merecem. Sendo assim, fico feliz por eles e pelos outros caras que estão indo comigo, além dos que ficarão como alternativas, o que também é um complemento. Nós certamente tivemos várias boas notícias.

Você e o Shaun O´Hara vão dividir os gastos para levar os outros três para o Hawaii com vocês?
Eu realmente acho que o Shaun, por ser o mais velho de nós, deveria ficar com a maior parte dos gastos. Eu curti o telefonema de terça, mas agora já é hora de recomeçar a preparação.

Isso será a motivação para prosseguir depois das últimas duas derrotas?
Eu fiquei feliz com isso e obviamente esqueci os últimos dias, quando não mereceríamos estar nessa situação.

Coughlin parecia ter as baterias recarregadas hoje, a respeito de olhar pra frente?
Sim, você não pode olhar pra trás. Nós temos Carolina chegando aqui no próximo domingo, e temos muito a fazer. Ainda estamos na nossa, pois estamos exatamente aonde queríamos estar. Teremos um jogo em casa e a chance de fechar as coisas do nosso jeito, sendo assim, não há porque olharmos para trás, pois teremos uma equipe muito forte para encarar nesse fim de semana.

O que houve com os sacks na semana passada? Tem concerto fácil pelo o que vocês viram no vídeo do jogo?
Sim, é só uma questão de não ficarmos presos nos bloqueios da linha ofensiva adversária. Por isso, você não pode questionar o quarterback por ter tido uma performance ruim diante dessa situação, pois isso pode acontecer e foi nossa culpa. Temos a responsabilidade de concertar.

Foi estranho saber do Pro Bowl depois de um jogo em que vocês tomaram oito sacks?
Sim....definitivamente, foi. Obviamente, todos os votos vieram antes desse jogo, então, isso deve ter nos ajudado um bocado.

Quem te ligou informando sobre o Pro Bowl?
Os GIANTS me ligaram.

Quem fez a ligação?
Tom Coughlin. Eu não estava aqui. Acho que o Shaun e o Eli estavam no prédio. E estive um pouco antes, mas não na hora em que saiu.

Você sentiu algo?
Sim, eu tive uma idéia. Quando eu tava aqui, eles disseram que não sabiam de nada e que mais tarde saberiam. Eu recebi a ligação. Eu tava esperando por um telefonema que não seria ruim. Mas eu senti algo que foi excitante.

Os Panthers ainda são o mesmo time que você viu aqui em 2005?
Eu realmente não me liguei muito sobre eles naquela época. Eles ainda tinham o Peppers, mas nós saberemos mais sobre eles durante a semana. Ainda são um time com experiência, liderados, obviamente, por um QB experiente, e estão jogando bem. Estão correndo com a bola tremendamente bem, e eu acho que todo mundo já viu o que eles fizeram com Tampa Bay, e isso realmente nos chamou a atenção. Estamos esperando uma batalha duríssima.

O Carney e o Feagles estão agüentando as piadas sobre serem “velhinhos”, feitas pelo resto do time?
Claro, absolutamente! O Carney agora detém o record de convocações, e acho que o Feagles é o segundo. O primeiro Pro Bowl dele aconteceu quando eu estava na quinta série.

Obrigação gigantesca: passar pelos Panthers

Brandon Jacobs anda dizendo às pessoas que quer jogar no próximo domingo à noite contra o Carolina Panthers. Claro que ele quer jogar.....esse é o jogo do ano para os GIANTS (mesmo se Minnesota perder à tarde e eles já conseguirem uma primeira semana de bye). Como num jogo de baralho, essa será uma rodada em que os atuais campeões do Super Bowl terão que prestar muita atenção no seu carteado. Eles precisam vencer não apenas para conseguir a vantagem de mandantes durante os playoffs da NFC, mas também para expulsar de vez o incômodo das duas últimas rodadas.

Jacobs seria uma grande ajuda, especialmente se as condições climáticas estiverem inclementes como as primeiras previsões indicam. Mas será que ele retornaria como a garantia de que tudo ficará OK novamente com o time que começou com 11-1, e que muitos aclamaram como o melhor da NFL? É claro que não. Este jogo será muito mais do que apenas um running back, ou do que um wide receiver que leve o time nas costas (e não o tiro na coxa).

Os GIANTS se saíram bem sem Jacobs e sem Plaxico Burress no passado. Eles souberam gerenciar essas ausências com boas atuações dos seus substitutos. As performances de Derrick Ward e Ahmad Bradshaw, e de Domenik Hixon e Steve Smith, fizeram parte do conceito de "equipe" desenvolvido pelo técnico Tom Coughlin, durante a temporada. Por 12 semanas, tudo o que ouvíamos era que os GIANTS vencem como um time, e como cada jogador domina seu próprio ego para o bem geral da nação.

Em algumas ocasiões, entretanto, a humildade pode ser forte, mas a carne pode ser fraca. Os Big Blues pareceram um time cansado contra os Cowboys no último domingo. Isso, às vezes acontece quando jogadores que estavam acostumados a ser opções para os demais, vêem-se diante da condição de atuar durante uma partida inteira. Elenco é uma ótima coisa para se ter e os GIANTS sabem disso. Mas perder alguns titulares corrói esse elenco, pois acaba com os revezamentos que antes mantinham os jogadores descansados.

Se Jacobs está de volta, o poder de corridas estará preenchido novamente. Mas Burress não retornará. Enquanto os GIANTS venceram três jogos, praticamente sem o 17 nesta temporada, eles caíram nos últimos dois. E, em ambas as derrotas, Hixon não completou passes cruciais que arruinaram chances de boas jogadas. Quando perguntado, após o jogo de Dallas, se eles achavam que os GIANTS ainda tinham armas ofensivas suficientes, tanto Coughlin quanto o quarterback Eli Manning, disseram a mesma coisa: "estamos melhores; isto é o que temos, este é nosso time".
Os GIANTS assinaram nesta terça com um receiver que está no seu terceiro ano, Derek Hagan, que com seus quase dois metros de altura, ao menos preencherá um pouco do espaço físico deixado pela saída de Burress. Mas Hagan não sabe ao certo as razões que o fizeram ser liberado por Miami. Pelo jeito, o time prefere dar mais tempo do que a bola para Mario Manningham, pois nas duas últimas semanas, eles esteve em duas jogadas, deu dois toques na bola, e acabou com um saldo de 13 jardas negativas. Será que ele acha que tem uma luz vermelha apontada para seu capacete?
A coisa mais importante na noite de domingo, será para todos os jogadores, do quarterback aos defensive tackles: serem tão afiados quanto foram no início do ano. Vencer este jogo pode não ser tudo, entretanto, pode ser a única coisa que gere o impeto que os GIANTS obtiveram depois da derrota suada para os Patriots no fim da última temporada regular. Porém, eles não serão capazes de ter a mesma motivação, com uma derrota apertada para Carolina. Os tempos são outros.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

ALOHA! Giants colocam seis no Pro Bowl

Os NY GIANTS podem estar tropeçando um pouco nessa reta final da temporada, mas eles tiveram sua recompensa pelo excelente início. Um ano depois de ter apenas um jogador votado para a seleção do Pro Bowl, um fato que foi utilizado para motivar os "desrespeitados" jogadores durante a corrida para o Super Bowl, os Azuis mandarão este ano nada mais, nada menos, do que seis jogadores para o Hawaii, incluindo Eli Manning e dois membros de sua linha ofensiva: o guard Chris Snee e o center Shaun O´Hara. Os outros escolhidos para a seleção, são o defensive end Justin Tuck, e dois especialistas da "velha guarda", o punter Jeff Feagles e o kicker John Carney.

Snee, Tuck, Carney e Feagles foram selecionados como titulares do time da NFC. É a primeira convocação de Manning, Snee, O´Hara e Tuck. Carney, figurando 14 vezes entre os selecionados, é o recordista da liga, logo à frente de Feagles, com 13. Claramente, o fato dos GIANTS terem conseguido um recorde de 11-1, alcançando o título da NFC East tão cedo, não passou despercebido pelos fans, jogadores e técnicos, que votaram para o Pro Bowl. Eles venceram o Super Bowl na última temporada, mesmo com apenas o defensive end Osi Umenyiora convocado para o time da NFC. Ironicamente, Umenyiora foi cortado da atual temporada por causa de uma contusão no joelho, sofrida durante o verão.

Quatro jogadores dos GIANTS, ainda, ficarão como primeira opção para o caso de algum convocado não poder jogar em Honolulu: o LB Chase Blackburn para o time dos especialistas, o TE Kevin Boss, o FB Madison Hedgecock e o LB Antonio Pierce. O DT Fred Robbins será segunda alternativa e o LT David Diehl e o RB Brandon Jacobs, serão terceiros suplentes em suas posições.

A lista completa com as convocações das seleções das duas conferências, você confere no link a seguir.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Giants feridos e procurando respostas

Duas semanas com apenas um touchdown ofensivo fizeram o técnico dos Giants, Tom Coughlin, coçar a cabeça e procurar por respostas. "Ofensivamente, nós não fizemos jogadas, ao menos nas duas últimas semanas" disse Coughlin nesta segunda, em uma conferência com os repórteres.

Enquanto os Giants se preparam para outro jogo importante, desta vez em casa, contra o companheiro de liderança na NFC, Carolina Panthers no domingo à noite, eles o fazem focados no pior rendimento ofensivo que tiveram na temporada. A derrota de ontem à noite por 20-8 em seguida de outra por 20-14 na rodada anterior para Philadelphia, faz com que Coughlin analise o que houve de errado. "Nós fizemos alguma coisa, mas nada com alguma consistência. Tivemos um ou outro bom começo de drive, mas logo a seguir perdíamos o ritmo. Tivemos poucas oportunidades para grandes jogadas que simplesmente não se materializaram".

Os Giants jogaram na noite passada sem o receiver Plaxico Burress, suspenso pelo restante da temporada, e sem o running back Brandon Jacobs, poupado em razão de uma contusão no joelho. O ataque perdeu muito sem eles, e com os problemas de contusões durante a partida com o guard Rich Seubert (gripe) e o tackle Kareem McKenzie (costas), que foram forçados a se retirar.

Coughlin não soube dizer se Jacobs estará pronto para treinar nesta quinta e acrescentou que McKenzie estava sendo encaminhado para exames na coluna no dia de hoje. Seubert deve retornar, mas contra Dallas seu substituto Grey Ruegamer fez um trabalho bem melhor do que McKenzie, em conjunto com Kevin Boothe.
Sobre outras notícias de contusões, Coughlin informou que o safety Kenny Philips (concussão) deverá treinar na quinta, mas que não está tão otimista sobre o retorno do right back Reuben Droughns (músculo do trapézio), do left back Gerris Wilkinson(joelho) e do wide receiver Sinorice Moss (estiramento na panturrilha).

Ataque não existe e Giants caem em Dallas

"Péssimo"!

Com apenas essa palavra, dá para definir o jogo realizado pelo NY GIANTS no último domingo contra os Cowboys, na casa do adversário. Para se ter uma idéia, com apenas oito pontos marcados, resultantes de dois field goals e um safety, essa foi a primeira vez que os Azuis não converteram um touchdown, desde dezembro de 2004.
Após a derrota da semana passada para os Eagles, novamente o time voltou a conquistar apenas pouco mais de 200 jardas em todo o jogo. Aliás, quando entrou para disputar o último período, a pontuação se resumia a 3 pontos e algo um pouco além de 100 jardas. Ainda tratando de estatísticas, o quarterback Eli Manning, que havia sofrido apenas 15 sacks na temporada até o início da partida, ao final da noite saiu com mais oito para a sua conta, muito por conta da grande atuação do linebacker DeMarcus Ware, de Dallas.
Boa parte do sofrimento de Manning com a defensiva dos Cowboys, se deu pela ausência de seus "protetores", os titulares Kareem McKenzie (costas) e Rich Seubert (gripe). Porém, ficou claro que o QB precisa e muito do contundido Brandon Jacobs no backfield, bem como de uma opção de alto nível para atuar como wide receiver. Mesmo fazendo algumas recepções, Steve Smith e Domenik Hixon foram apenas discretos, perdendo-se por várias vezes na cobertura texana.
O fato é que os GIANTS já começam a acender uma luz amarela para os seus fans. Não tanto por terem perdido os dois últimos jogos, mas pela forma como isso aconteceu, com atuações abaixo da crítica. É notório também que a ausência (e os tumultos) de Plaxico Burress ainda refletem pelos lados de Meadowsland, mas se considerarmos que o WR mal jogou nessa temporada, talvez esse não seja o principal fator. Cada vez mais, Jacobs começa a ter razões para negociar um contrato milionário a partir do final da temporada, quando se tornará free agency.
Não há como negar que, como todo atual campeão do Super Bowl, o time azul tornou-se a "bola da vez" na NFL, sendo bastante estudado pelos técnicos rivais. Mas ainda é tempo de trabalhar para reverter isso, mesmo com outros times em ascensão, como é o caso do próximo adversário, Carolina Panthers, em jogo que valerá o título da Conferência Nacional e o direito de atuar em casa até o fim dos playoffs. Mais um Sunday Night Live aguarda os GIANTS e os seus torcedores.
A dúvida que fica em nossas cabeças, é: o time irá poupar jogadores chaves para a pós-temporada ou irá colocá-los em campo no sacrifício para garantir uma importante vantagem posterior? Talvez Tom Coughlin esteja sofrendo o mesmo dilema...

sábado, 13 de dezembro de 2008

Sunday Night Football

AO VIVO
DOMINGO (14/12) - 23h00min

com Everaldo Marques e Paulo Antunes

* Detalhes da partida e acompanhamento em tempo real: http://www.nfl.com/gamecenter?game_id=29750&season=2008&displayPage=tab_gamecenter

** Blog do Everaldo na ESPN: http://blogs.espn.com.br/everaldomarques/

Madden voltará ao PC

A boa notícia para os fãs de football e jogos de computador, é que o clássico MADDEN NFL, da Eletronic Arts, estará de volta aos PCs a partir da metade do ano que vem. Para o desespero de muitos aficcionados, a versão atual da série (foto) foi lançada apenas para consoles. Já o MADDEN NFL 2010 (previsto para agosto do ano que vem), atingirá todas as plataformas.

De acordo com Peter Moore, executivo da EA Sports, eles retomarão a distribuição deste e de outros jogos para PC, para tirar vantagem das conexões online de uma forma maior e mais significativa.

Sai "Terra", entra "Água"

O que era evidente durante a semana inteira, tornou-se oficial ontem (sexta-feira), quando o técnico Tom Coughlin declarou oficialmente que o running back Brandon Jacobs estará fora do jogo de domingo à noite, contra os Cowboys no Texas Stadium. "Ele praticamente não treinou a semana toda", disse Coughlin, "Então, nós simplesmente achamos que ele não estará pronto para amanhã".

Jacobs foi desfalque no jogo de 23 de novembro no Arizona, com uma contusão no joelho esquerdo, que ele machucou na partida contra os Seahawks. Ele voltou a sentir a contusão na última semana, contra os Eagles. Ele será substituído por Derrick Ward, com Ahmad Bradshaw como outra opção. "Eles já jogaram muitas, muitas vezes antes. Confiança é tudo", de acordo com Coughlin. Uma terceira opção no backfield é o pouco utilizado Danny Ware (foto). Ele agora deverá ser utilizado para substituir Sinorice Moss como retornador de chutes.


Os Giants apelidaram seu trio de running backs como "Earth, Wind and Fire" (Terra, Vento e Fogo), mas Jacobs (Terra) está fora da próxima disputa. Ware quer se juntar ao grupo para formar um quarteto, chamando a si mesmo de "Water" (Água), baseado no seu estilo de correr. "Eu sou liso, escorregadio, e assim consigo quebrar vários tackles".


O WR Domenik Hixon (tornozelo) foi liberado para treinamentos leves e está listado agora como "questionável", o que indica que deverá jogar amanhã. O mesmo para o DT Fred Robbins (ombro), que foi colocado na lista de contusões e também está com o mesmo status de Hixon. Já o LB Jonathan Goff (estiramento na coxa) está fora.

Pelo lado de Dallas, o RB Marion Barber (dedão do pé) e o WR Miles Austin (joelho) estão na condição de "questionáveis".

Coughlin anima seus comandados

Tom Coughlin não quer que seus jogadores se esqueçam que alcançar o título da divisão Leste da NFC não é pouca coisa, por isso, ele parabenizou cada um deles na reapresentação da equipe na segunda-feira passada, no Giants Stadium."Eu disse que estou orgulhoso deles, e que eles conseguiram 11 vitórias", disse Coughlin. Os garotos azuis disseram que não conseguiriam celebrar um título de divisão, por terem sido derrotados na véspera pelo Philadelphia Eagles.

"Eu acho que essa é uma maneira de dar uma levantada no astral dos caras", disse o quarterback Eli Manning. "Fazia um bom tempo que a gente não perdia jogando aqui. Chegou ao ponto em que não estávamos mais acostumados a isso, o que é uma boa coisa". Manning, assim como muito de seus companheiros de time, assistiu aos Steeler baterem os Cowboys por 20-13, na noite de domingo, o que deu aos Giants o título. Não foi da maneira que eles queriam, mas assim mesmo a conquista aconteceu. "Obviamente, nós não saímos comemorando feito uns loucos esse título", disse Eli. "Foi meio que um dia ruim que terminou não tão ruim assim. É sempre importante vencer o campeonato da sua divisão, pois é algo difícil de se atingir, especialmente na NFC East, com times complicados e jogos ainda mais. Nós fizemos grandes jogos na temporada. Nós não tivemos um muito bom neste domingo, e temos que aceitar e aprender com isto, mas eu acho que hoje, os ânimos estão muito bem"

Os Giants tiveram que digerir uma derrota pela segunda vez em 13 jogos, assim, a sensação do time era meio esquisita. Eles se acostumaram ao ambiente positivo do dia seguinte, após sete vitórias consecutivas desde a derrota para Cleveland. "Nós ainda temos 11 vitórias", disse Coughlin. "Então, não vamos exagerar. Todo mundo tem que ser honesto sobre domingo, mas também deve voltar no tempo duas semanas atrás. O jogo em Washington foi muito sólido, muito bem jogado. Já ontem, não foi".

Os G-Men têm a chance de conseguir não somente a divisão, mas também uma primeira rodada como bye, em caso de vitória no próximo domingo, jogando no Texas Stadium.

Sempre em frente

Vamos lá, fazer do nosso blog um ponto de encontro e discussões dos torcedores dos G-Men.
Ao Renato, os meus votos de sucesso nessa fase importante da vida. Até a volta!
Abraços a todos e GO BIG BLUE!

Bruno Salomão

Blog sob nova direção..

Para não deixar você na mão, por falta de tempo.. Entregarei o blog para o Bruno Salomão, pois se não fosse ele, esse blog já estaria engavetado como muitos. Desejo boa sorte para o Bruno e que vocês continuem lendo..

Um grande abraço, Renato.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Hixon não consegue pôr fogo na bomba

A estúpida gafe cometida por Plaxico Burress pode ou não ter distraído os Giants fora de campo, mas certamente os atingiu dentro dele. A linha ofensiva dos Big Blues sofreu a sua pior performance em anos, e nenhum jogador penou mais do que Domenik Hixon.

Os Giants foram batidos por 20-14 por Philadelphia, e nenhuma jogada refletiu melhor a derrota do que a derrubada de bola de Hixon, num passe longo com enorme potencial de touchdown. Com os Giants atrás do placar por míseros 3-0 naquele momento, esta falha deu o tom do péssimo dia do ataque, e é óbvio que teve relação com a perda de Burress, encarando um inquérito por porte ilegal de arma e uma suspensão que o tira de toda a temporada depois de atirar em si mesmo numa boate de Manhattan.

“Foi assim que aconteceu”, disse Hixon. “Eu deveria ter agarrado. Era uma jogada de rotina. Nós treinamos da mesma forma. É minha culpa. Foi uma grande bola lançada por Eli, superando o vento; ele colocou direitinho no ponto, e eu deveria ter agarrado. Você tem que pegar todas as bolas que te mandam”.

Numa primeira descida para 10, na linha de 15 jardas de seu próprio campo, os Giants abriram o segundo quarto com o vento a favor e na formação shotgun. Hixon superou o cornerback Sheldon Brown em uma corrida longa, mas deixou o passe perfeito de Manning escapar de suas mãos. Já com 50 jardas percorridas, ele perdeu a chance de um touchdown de 85 jardas.

“Ele apenas não fez a jogada,” disse Manning, com 13 de 27 passes e 123 jardas, mas atrapalhado pelo vento e traído por seus receivers. “Mesmo quando você lança com o vento a favor, a bola se movimenta bastante. Hixon apenas não converteu a jogada, isso acontece. Nós tínhamos vários, não apenas Hixon. Eu tive jogadas aonde tinha chances de conversão, mas não consegui”.

Hixon terminou com três recepções para 30 jardas, e dois retornos de chutes para menos 6 jardas. Os Giants percorreram apenas 211 jardas, a menor quantidade desde 24 de dezembro de 2006.

Notícia por Bruno Salomão.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Eli sabe que os problemas vêm com o sucesso..

Eli Manning sabe que a cidade de New York pode trazer à tona o melhor e o pior lado das pessoas. Incluindo aí os Giants.

“Eu não sei se basta estar em New York ou qual é a verdadeira causa, mas parece que há sempre algo para causar algum tipo de distração”, disse Manning sobre o incidente do tiro de Plaxico Burress.

Os Giants tentaram se manter longe de qualquer tipo de distração durante toda essa temporada. Mas uma estrela do time que dá um tiro acidental em si mesmo, é algo que escapou das previsões que o time havia feito.

Apesar de tudo, os azuis parecem continuar confiantes em manter a sua condição.

“Nós tivemos nossos momentos de distrações, mas eu penso comigo que os jogadores e os treinadores aprenderam como lidar com isso, não deixando que um problema pequeno se torne algo de grandes proporções”.

Esta situação é diferente de outras em vários sentidos. Além do destino de Burress ter sido selado no campo de jogo, ele ainda corre o risco de encarar um tempo de prisão por porte ilegal de arma.

“Obviamente, este caso é diferente, porque um dos nossos jogadores, um colega de time e amigo está encrencado”, disse Manning.

“Você tenta deixar tudo de lado, mas nós nos preocupamos com Plaxico e seu bem estar, sendo assim, penso que todos nós, jogadores, reagimos de forma a demonstrar a ele que estamos aqui para ajudá-lo”.

A situação do linebacker Antonio Pierce com a justiça e o time ainda está no ar. Pierce, que é o líder da defesa, é aguardado para atuar contra os Eagles, mas com tanto ainda a ser decidido, é difícil dizer se ele estará disponível no domingo.

Notícia por Bruno Salomão