quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A saída de Toomer


Amani Toomer esperava deixar os GIANTS por sua própria vontade, tendo assegurado que cada um dos 13 anos que dedicou à franquia, como recordista em recepções, não foram em vão. Seu desejo não se tornará realidade. Ele está de saída e não está feliz com isso.

Aos 34 anos de idade, Toomer será conhecido em poucos dias, oficialmente, como um ex-GIANT. Em seu primeiro comentário desde o a derrota que encerrou a temporada contra os Eagles, pelos playoffs, Amani, com o seu jeito calmo de sempre, expressou amargura sobre a sua saída forçada e extrema frustração sobre ter ficado de fora dos planos do ataque, justamente no momento em que acreditava que a equipe mais precisava dele. Um “esquema”, ele insiste, é a principal razão pela qual os GIANTS não estão se preparando para disputar o Super Bowl XLIII.

Nos últimos jogos, eu praticamente não fiz parte das jogadas ofensivas, e perdemos um grande percentual nessas partidas”, disse Toomer, nesta quarta-feira, enquanto ajudava a construir um playground, em East Tampa, num evento de patrocinador. “Não vão me dizer que participei de muitas jogadas nessa fase. O ‘esquema’ era que eles queriam ver o que os caras novos podiam fazer. Ele tentaram fazer isso no começo da temporada, mas eu estava jogando bem e me garantindo na disputa. Então, de repente, não me deixaram mais jogar como de costume, meio que puxando o tapete sob mim”.

Quando Plaxico Burress atirou em si mesmo e perdeu os últimos seis jogos, a impressão era que Toomer seria chamado para liderar as jogadas. Ele nunca foi sacado dos titulares, mas sua produtividade caiu bastante. O que se falou pelo lado dos GIANTS, foi que ele não conseguia mais abrir as jogadas ou correr do jeito que costumava fazer.

Toomer disse que não foi esse o caso. Ele terá uma chance de provar a si mesmo se terá condições com outra franquia, enquanto está prestes a se tornar um free-agent pela primeira vez. O receiver declarou que “sempre” estará aberto para retornar aos GIANTS. Então, rapidamente, emendou: “eu definitivamente acho que, na atual situação, não poderia voltar”.

No primeiro jogo sem Burress, Toomer recebeu 5 passes para 83 jardas e um touchdown, enquanto os GIANTS derrotavam os Redskins em Washington. Nos últimos cinco jogos, Toomer foi praticamente invisível: 11 recepções, 126 jardas e nenhum TD.

Segundo Toomer, essa mudança no esquema ficou clara assim que a temporada ia se aproximando do fim, mesmo que, lamentavelmente, tenha acontecido após a sua melhor partida na temporada. De acordo com ele, não adiantaria ter conversado sobre isso com a comissão técnica. “Eu sei após ter passado tanto tempo com o head coach (Tom Coughlin), como é o jeito dele. Você pode conversar com ele e fazer o que for, mas se ele tem algo em mente, é isso o que será feito”.

Amani disse que sentia em sua mente e coração, que a derrota para os Eagles nos playoffs não era nenhuma surpresa, porque percebia que a pegada não era a mesma do passado.

Agora, ele irá para o mercado de free-agents (que começará em 27 de fevereiro), convencido de que provará aos GIANTS que eles estavam errados. “Eles não achavam que Kurt Warner tinha muito a dar.....veja-o agora. Eles achavam que Kerry Collins não teria muito a dar.....veja-o agora. O mesmo para Ike Hilliard. Afinal, há outros times e tenho esperanças de ter outra chance de jogar. É duro não se emocionar, porque estive aqui por muito tempo. Mas tenho que entender, pois já vi acontecendo antes. Quando o relacionamento é bom, é bom. Quando não é, não é”.

Toomer desabafou: “Eu fui um GIANT por toda a minha carreira e acho que essa é uma grande organização, então, naturalmente, eu gostaria de encerrar minha carreira como um deles.....mas eu não quero encerrá-la agora. Então, se os GIANTS não têm mais interesse em que eu continue minha participação na franquia, eu procurarei novas oportunidades”.

A equipe de NY não comentou as declarações de Toomer.

Ficam nossos agradecimentos ao cara que vestiu a 81 por 13 anos, tornando-se o maior recebedor de passes da história do NEW YORK GIANTS.

O efeito Tyree


Pergunte a um receiver ou a um running back de Steelers ou Cardinals, sobre a recepção com o capacete feita por David Tyree no Super Bowl passado, que eles irão sorrir. Largamente.

Pergunte a qualquer defensor do SB do próximo domingo, que eles vão sacudir a cabeça e tremer.

A recepção sensacional de Tyree na vitória surpreendente do NEW YORK GIANTS, já atingiu uma posição no topo da tradição do Super Bowl. Tyree era um coadjuvante, mais conhecido por seu trabalho no time de especialistas, fazendo dele alguém diferente de um, digamos, Joe Montana ou Lawrence Taylor.

Quando foi dito aos finalistas deste ano, durante o media day, que Tyree nunca mais teve que pagar por um jantar em New York, muita gente se sentiu ainda mais motivada para a partida de domingo.

Tyree esteve fora do último ano por conta de uma cirurgia no joelho. De qualquer forma, mesmo que não esteja nos planos da franquia para a temporada 2009/2010, o veterano camisa 85 já sabe que construiu o seu lugar na história do esporte, com apenas uma grande jogada. E precisava de mais?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A.P. comenta sobre Plaxico


O linebacker dos GIANTS, Antonio Pierce, deu um tempo nos seus compromissos com a Fox Sports Network, em Tampa, para discutir quando seu parceiro Plaxico Burress voltará a se juntar aos GIANTS. "Eu acho que isso depende de como ele estará se sentindo com o negócio", declarou Pierce à ESPN. "Ele possui a decisão. Se fizer tudo o que precisa ser feito, não acredito que tenha disputado seu último jogo pela franquia. Pensando bem, se eles acham que ele era tão mau, não teriam assinado uma renovação de contrato tão longa. Ele tomou algumas decisões ruins e aquilo foi um péssimo incidente. Mas, uma vez em que você está encrencado desse jeito, tudo mais o que você fizer acabará sendo aumentado em 100%. É algo como o que Strahan passou com sua esposa". Relembrando: na época de seu divórcio, o agora aposentado camisa 92 foi acusado por sua ex-mulher de ter tido relações homossexuais.

"Sei que Plaxico ama o football. É tudo o que ele sabe fazer. Às vezes, quando parece que você perdeu uma grande oportunidade, pode surtir um efeito poderoso sobre a pessoa". Pierce pode estar certo sobre Burress voltar a jogar novamente pelos GIANTS nas próximas seis temporadas, mas ele parece ter memória seletiva sobre o "tudo mais" que Plax andou fazendo ser tão exageradamente aumentado pela midia. Afinal, os atos de indisciplina do wide receiver vinham acontecendo com certa frequência, bem antes do "famoso" tiro.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Novo coordenador


Os GIANTS contrataram o seu novo técnico da linha ofensiva: Jack Bicknell Jr., da Boston College. Ele irá ocupar a vaga de Dave DeGuglielmo, que recentemente foi para os Dolphins. “Eu não poderia estar mais excitado”, disse Bicknell. “Claro que os GIANTS são um dos grande times da NFL e sinto que estou indo trabalhar com um dos melhores técnicos da liga. É realmente excitante, e nesse ponto da minha carreira, é algo que eu vinha procurando. Eu estava adorando trabalhar no nível de universidade, mas eu nunca tive uma real oportunidade de trabalhar dentro da NFL, e essa é uma chance para eu aprender o estilo de jogo de lá".

Ele foi coordenador da linha ofensiva por 10 temporadas bem sucedidas”, disse Tom Coughlin. "Eu venho seguindo seu trabalho bem de perto. Conheço-o muito bem e sei que ele será de grande contribuição para o elenco”.


por HILTON LUCIO

domingo, 25 de janeiro de 2009

Quem será o futuro wide receiver?


Um ano atrás, nessa mesma época, os GIANTS estavam se preparando par ir para o deserto do Arizona e Plaxico Burress estava no meio das duas maiores semanas de sua carreira, talvez as duas maiores semanas da carreira de qualquer receiver na história dos playoffs da NFL.

Na semana anterior, ele havia recebido 11 passes para 151 jardas, num jogo com termômetros abaixo de zero, no Lambeau Field de Green Bay, pela final da conferência NFC. Então, duas semanas depois, Burress entortou feito um pretzel o cornerback Ellis Hobbs, dos Patriots, dentro da endzone, com um drible de ombros, completando para touchdown o passe de 13 jardas de Eli Manning, vencendo o Super Bowl com 35 segundos para o fim da partida.

Agora, apenas um ano depois, os GIANTS precisam de um novo receiver nº1 e Burress pode estar indo para a prisão.

Burress é um talento único, mas não é insubstituível. E, nos próximos quatro meses, os GIANTS precisam encontrar um substituto. Ele planejava repetir a façanha do último Super Bowl, até que atirou por acidente em sua coxa, na madrugada de 29 de novembro, em uma boate de NY. Os GIANTS não tiveram como encontrar outro receiver de ponta tão tarde na tamporada.

Agora, eles podem.

Mesmo com o general manager Jerry Reese parecendo ter deixado as portas abertas para o retorno de Burress, caso ele se livre da prisão, e depois de Tom Coughlin ter parecido não se manifestar contra, os GIANTS têm que chegar na offseason como se Burress tivesse jogado seu último jogo pela franquia. Mesmo que os GIANTS o queiram de volta, sua próxima audiência no tribunal não acontecerá até 31 de março, e o caso pode se arrastar muito mais do que isso. É difícil imaginar que os GIANTS estejam considerando seu retorno à equipe, até que o caso esteja resolvido.

Reese precisa encontrar outro “go-to-receiver” para Eli Manning, como era Burress. Essa é a prioridade nº1 para a offseason.

Os GIANTS têm um roster cheio de receivers nº2, como Amani Toomer (que agora é free agent e não deverá renovar), Domenik Hixon, Steve Smith, Mario Manningham e Sinorice Moss. Eles precisam de um grande receiver que possa comandar double-teams e avançar pelo campo. O que eles realmente precisam, é do Burress que os ajudou a vencer o Super Bowl na temporada passada, mas esse jogador nunca apareceu em 2008, e não é provável que jogue novamente pelo time.

O mercado de trocas e de free agents abre em 27 de fevereiro. O scouting combine, aonde os negócios começam a ter início, será de 18 a 24 de fevereiro, em Indianapolis. O draft será em 25 e 26 de abril, em New York. No momento em que o draft terminar, e isso costuma ser quando os negócios são fechados, os GIANTS (que terão apenas a 29ª escolha na primeira rodada) terão um novo receiver nº1.

Não tem como Reese e Coughlin iniciarem o training camp com o mesmo grupo, não depois de Manning ter lançado apenas um passe para TD de um wide receiver, desde a confusão do tiro, e ter passado os seus últimos 21 quartos (incluindo a derrota nos playoffs) sem lançar sequer para um touchdown.

Por que GIANTS?

sábado, 24 de janeiro de 2009

Bill Sheridan

Pessoal, no meio de tantas atividades na volta ao trabalho, percebi hoje que não noticiei nada sobre a promoção do Bill Sheridan ao cargo que foi do Steve Spagnuolo. Desde o último dia 19, temos um novo defensive coordinator. Na verdade, um velho conhecido do pessoal da defesa dos GIANTS. Agradecimentos ao Diego Gualdi, que anunciou em primeira mão essa notícia, na comunidade "NY Giants - Brasil", do Orkut. Valeu, Diego!

Sheridan coordenou os linebackers nas últimas quatro temporadas, sendo as últimas duas, sob a supervisão de Spags. Segundo Tom Coughlin, "Bill é um ótimo técnico de football. Como um linebacker coach, o sujeito foi uma figura central no esquema, porque ele tinha que estar envolvido na coordenação dos caras da frente, dos linebackers e dos sete de trás. Ele fez um belo trabalho na harmonia de toda a defesa, adotando um estilo agressivo".

"Estou certo, mais do que tudo, que a motivação de Tom para promover gente de dentro, tanto eu quanto Peter Giunta, foi a de manter a defesa no lugar", declarou Sheridan. "Ficou claramente provado que é um excelente sistema que Steve trouxe da Philadelphia. Obviamente, teremos suaves diferenças, porque teremos um coordenador diferente que trará jogadas diferentes, em compasso com quem Tom trouxer de fora para completar a comissão técnica. Mas o esquema será basicamente o mesmo, o que é um tremendo conforto para os jogadores".


BOA SORTE, BILL!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

New York.....BULLETS?!?!?

Pela segunda vez em dois meses, um receiver dos GIANTS levou um tiro. Desta vez, entretanto, o ferimento não foi provocado pelo próprio jogador.

Taye Biddle, receiver que passou a maior parte da temporada no practice squad de NY, foi baleado do lado de fora da casa de sua família, em Decatur, Alabama, na noite do último domingo. De acordo com os GIANTS, ele sofreu “ferimentos mínimos”. Segundo as notícias, ele sofreu duas perfurações provocadas por arma de fogo, uma na perna e outra na mão esquerda.

Um depoimento concedido pelo Departamento de Polícia de Decatur, declarou que “não há evidências que indiquem que Biddle fez alguma coisa que contribuísse, causasse ou provocasse o disparo”. Uma reportagem de uma emissora de TV do Alabama, disse que o jogador de 25 anos estava apenas indo para o seu carro para pegar algo, quando alguém o alvejou com uma arma de fogo.

Em novembro, o receiver Steve Smith foi roubado do lado de fora de sua casa, em Clifton, New Jersey, após ter sido ameaçado com uma arma, mas sem terem acontecido disparos. Três dias depois, o WR Plaxico Burress atirou acidentalmente na sua própria coxa, em uma boate de Manhattan. Ele foi suspenso pelo resto da temporada e terá que encarar um processo com uma possível pena de 15 anos de prisão, por porte ilegal de arma.

Depois do último incidente, Biddle foi tratado no Hospital Geral de Decatur e liberado, mesmo com uma notícia da televisão local dizendo que ele ainda precisa de uma cirurgia na mão esquerda. Uma fonte dos GIANTS confirmou que as reportagens foram consistentes com o que Biddle havia declarado. “Estamos em constante contato com Taye nos últimos dias, e somos gratos por ele ter sido capaz de sair desse incidente com machucados relativamente pequenos”.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Ward e a valorização


Depois de os GIANTS serem eliminados dos playoffs, a primeira prioridade de Derrick Ward foi dar um tempo, físico e mental, para o football, nas praias de Miami. Mas quando a próxima semana chegar, o running back (que passa a ser free agency na offseason) começará a estudar o seu futuro na NFL.

"Eu só queria ter um tempo para mim, tirar minha mente do jogo", disse Ward, na noite de terça-feira, durante uma sessão de autógrafos em uma loja de esportes. "Daí, semana que vem, começa o processo de valorização". Ward declarou que ainda não tinha conversado com os GIANTS ou com qualquer outra franquia (embora tenha dito que ainda é cedo para isso). Ele não pode ser contactado por outro time, enquanto o free agency não começar, no fim do próximo mês.

Ward, que correu para 1.025 jardas como running back reserva nº1, atrás apenas do titular Brandon Jacobs, gostaria de ter a chance de ser um featured back (RB que é titular na maioria das jogadas de ataque), o que pode acontecer em qualquer lugar. Enquanto Ward disse que gostaria de retornar aos GIANTS por "uma oferta justa", sua melhor aposta poderia ser no mercado aberto, especialmente com o contrato de Jacobs com o time também ter chegado ao fim.

Enquanto Ward e Jacobs tornaram-se a quarta dupla de RB´s na história da NFL a superar a marca de 1.000 jardas, cada um, Ward foi o cara que mais chamou a atenção, sendo assim, não será surpresa se ele também chamar a atenção ficando no topo da lista de outros times da liga, que estejam à procura de um running back número 1.

"Eu presto atenção em tudo. Existem alguns times que também poderiam usar um featured back. Seria legal ser parte de algo com o qual eu me sentisse confortável e o time se sentisse da mesma forma".

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Videos para a eternidade (parte 2)

Hoje completamos um ano da histórica conquista do título da NFC, temporada 2007/2008. A inesquecível vitória foi obtida na prorrogação, com um field goal anotado por Lawrence Tynes. O kicker teve a felicidade de passar de vilão (após perder dois FG no tempo normal) a herói da vez, no jogo disputado em Lambeau Field, casa do Green Bay Packer. Dentre tantos fatos marcantes, o jogo teve a despedida de Brett Favre da franquia em que fez história.
Pelos Giants, Plaxico Burress teve atuação impressionante, para desespero de Al Harris, seu marcador principal. Corey Webster também teve seu grande momento, ao interceptar o último passe de Favre pelos Packers.
Os Road Warriors de NY não desistiram em momento algum. Essa confiança que se manteve quente até debaixo de muita neve, foi fundamental para a conquista maior, duas semanas depois.

http://www.nfl.com/videos?categoryId=nflFilms (oficial da NFL Films)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Estatísticas do Sid Marcus (parte 3)


NEW YORK GIANTS ERA NFL (1970 até a Regular Season 2008)


70’ years – (49 W – 93 L – 1 tie) - Uma década fraca

80’ years - (87 W – 73 L -1 tie) - Uma nova era começa

90’ years - (88 W – 79 L - 1 tie)

2000’ years - (87 W – 68 L)


TOTAL (1970-2008): 311 W– 313 L – 3 ties


A década de 70 compromete esta estatística, época em que o NEW YORK GIANTS era motivo de piadas na NFL. Com os anos 80 e três Superbowls conquistados, hoje a franquia é a 4ª mais rica da Liga (superada em $ apenas por Cowboys, 49ers e Raiders).



por SID MARCUS

Parabéns, Steelers!

Numa partida marcada pelas ótimas atuações defensivas, o Pittsburgh Steelers saiu-se vitorioso sobre o Baltimore Ravens, pelo placar de 23-14, faturando a conferência AFC.
Os Steelers também carimbam seu passaporte para o jogo final em Tampa, em busca de seu sexto título de Super Bowl (recorde na liga).
Parabéns e boa sorte aos ferreiros!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Parabéns, Cardinals!

Num jogo bastante emocionante e com dois tempos distintos, o Arizona Cardinals superou o Philadelphia Eagles, na final da conferência NFC, pelo placar de 32-25.
Os torcedores do NEW YORK GIANTS parabenizam os novos campeões da conferência e o nosso ex-quarterback, Kurt Warner. Afinal, sabemos como poucos o que significa comemorar um título em Glendale-Arizona.
Boa sorte no Super Bowl, outra especialidade dos Azuis de NY!

Bye bye, Spags....

Aquilo que os torcedores dos GIANTS tanto temiam, finalmente aconteceu: Steve Spagnuolo não estará em Meadowlands na próxima temporada. Após o tranco da eliminação precoce nos playoffs para os rivais Eagles, neste sábado foi confirmada a assinatura do contrato do reverenciado coordenador defensivo, junto ao St. Louis Rams, para passar a exercer a função de treinador principal.

A "tragédia" já era anunciada, pois Spagnuolo foi entrevistado por, nada mais nada menos, do que cinco franquias: NY Jets, Denver Broncos, Cleveland Browns, Detroit Lions e os Rams. Além dessas equipes, o Kansas City Chiefs tinha planos de lhe oferecer um emprego de head coach. No ano passado, Spags ficou próximo de assinar com os Redskins, mas preferiu renovar o antigo emprego com os GIANTS.

Desta forma, vai embora aquele que foi um dos principais (senão o principal) responsáveis pela conquista dos Azuis de NY, em 03 de fevereiro de 2008: o Super Bowl XLII. Naquela ocasião, o até então perfeito Tom Brady, quarterback do New England Patriots, descobriu o que uma defesa bem treinada é capaz de fazer. Os Patriots e seu "ataque dos sonhos", até hoje têm pesadelos quando se lembram do cara de cavanhaque grisalho, gesticulando com um fone de ouvido na cabeça, comandando a muralha novaiorquina montada no Arizona.

É possível que Spagnuolo leve com ele alguns ex-parceiros, tanto dos GIANTS como dos Eagles, aonde ficou por oito anos até ir para NY.

A nós, fãs, além da decepção por perder, possivelmente, a maior unanimidade da atualidade do nosso time, fica a gratidão pelos grandes serviços prestados por Steve Julio Spagnuolo no NEW YORK GIANTS.

Boa sorte, Spags!


Um breve currículo do treinador (curiosidade: ele já coordenou a defesa do time de football do Barcelona).

1982–1983: Massachusetts (Graduate Assistant)

1983: Washington Redskins (Player Personnel Intern)

1984–1986: Lafayette (Defensive Line Coach & Special Teams Coach)

1987–1991: Connecticut (Defensive Coordinator & Defensive Backs Coach)

1992: Barcelona Dragons (Defensive Line Coach & Special Teams Coach)

1993: San Diego Chargers (Scout)

1993–1994: Maine (Defensive Coordinator, Linebackers Coach & Defensive Backs Coach)

1994–1995: Rutgers (Defensive Backs Coach)

1996–1997: Bowling Green (Defensive Backs Coach)

1998: Frankfurt Galaxy (Defensive Coordinator & Linebackers Coach)

1999–2000: Philadelphia Eagles (Defensive Assistant)

2001–2003: Philadelphia Eagles (Defensive Backs Coach)

2004–2006: Philadelphia Eagles (Linebackers Coach)

2007–2008: NEW YORK GIANTS (Defensive Coordinator & Super Bowl Champion)

2009–presente: St. Louis Rams (Head Coach)


E, por fim.....LET TOM BRADY HIT HE FLOOR!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Será que Eli Manning vale $ 120 milhões?

Um ano atrás, nesse fim de semana, Eli Manning teve uma das maiores performaces de um quarterback que já vimos, em condições miseráveis em Green Bay, no jogo que valia o título da NFC. Duas semanas depois, ele liderou a mais marcante surpresa da história do Super Bowl. Então, na última semana, ele foi horrível e desapontador, na derrota de 23-11 para o Philadelphia Eagles, no jogo divisional de playoff da conferência. Diga então: quanto ele vale para você? Ou melhor, quanto ele deveria valer para os GIANTS?

Essa é uma questão que os GIANTS terão que responder o mais breve possível, já que o contrato do quarterback de 28 anos termina após a próxima temporada, o que significa uma extensão lucrativa, que provavelmente será negociada em algum momento nos próximos meses. E como muitos daqui leram na quarta-feira, fontes da liga estimaram que ele assinará para sete ou oito anos um contrato num valor entre $110 e 120 milhões, com $ 40 milhões garantidos.

Os GIANTS estão prestes a ficar com poucas opções aqui. Os preços se elevam, e há um ano atrás, os Steelers fizeram de Ben Roethlisberger o sétimo membro do "Clube dos Quarterbacks Milionários", quando lhe deram um contrato de 8 anos e $ 102 milhões, com $ 36 milhões assegurados. Não tem jeito de Tom Condon, agente de Manning, deixar seu cliente assinar por menos do que isso, especialmente um ano após ele ter sido o MVP do Super Bowl.

Será uma grande mordida na folha salarial dos GIANTS (embora, a princípio, provavelmente menos do que os $ 12,9 milhões que ele custou ao cap neste ano). Isso o prenderá à franquia por, pelo menos, 4 ou 5 anos. Se os GIANTS não fizerem isso, eles terão que começar do zero com algum outro, e esse outro não será fácil de ser encontrado entre as últimas opções da primeira rodada do draft.

Se você fosse os Maras e os Tisches, o que faria com o dinheiro? Daria para Manning agora? Esperaria até o fim de 2009 quando os preços estarão mais altos? Que tal colocar o franchise tag nele para a temporada de 2010, garantindo ao jogador, provavelmente, $14 milhões por uma temporada, ganhando um pouco mais de tempo para assegurar que ele é um bom investimento? Ou você seria mais radical e não daria esse dinheiro de jeito nenhum?

Aproveitemos o debate. E, enquanto fazemos isso, vamos curtir os jogos que decidirão o campeonato, embora não tanto quanto esperávamos curtir.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Coughlin não está pronto para receber Burress de volta

A decisão de promover ou não o retorno de Plaxico Burress ao NEW YORK GIANTS, parece que terá um longo caminho. Mas, do jeito que soa agora, o técnico da equipe, Tom Coughlin, não está preparado para receber novamente Burress, com os seus braços abertos.

Numa entrevista para Mike Francesa da rádio WFAN´s, na quarta-feira, Coughlin foi perguntado se aceitaria Burress de volta nos GIANTS, se tudo funcionasse a seu favor. Burress está enfrentando dois inquéritos por porte ilegal de armas, que podem resultar numa sentença de prisão, caso ele seja condenado, decorrente do incidente no qual atirou na sua própria perna, numa boate. “Não estou pronto para dizer isso”, respondeu Coughlin. “Porque precisamos sentar e pensar sobre o assunto, conversar sobre isso e ver quais serão as circunstâncias”.

Na segunda-feira, o GM Jerry Reese aparentou deixar as portas abertas para um provável retorno de Burress. “Eu quero vê-lo OK aqui, como pessoa, mais do que qualquer coisa, e se pudermos ver que ele está OK como pessoa e pronto para virar uma nova página de sua vida, cuidando de si próprio em primeiro lugar, eu acho que tudo se resolverá”, declarou Reese à Associated Press.

Coughlin indicou durante a entrevista, que sua decisão dependia de mais fatores do que apenas o retorno de Plaxico. Os GIANTS estavam 11-1 com Burress, e ficaram 1-4 sem ele. “Plaxico é um membro do nosso time, e estou preocupado com ele, com seu bem estar e o de sua família”, disse Coughlin. “Mas a questão sobre a qual tenho que pensar, Mike (entrevistador), é que também existem outros 52 caras naquele vestiário”.

Earth......and Fire?

Brandon Jacobs fala como vem se preparando mentalmente, para a separação do “Terra, Vento e Fogo” , apelido dado ao trio de principais running backs do NEW YORK GIANTS: Brandon Jacobs, Derrick Ward e Ahmad Bradshaw.

Eu não estou preparado para encarar isso, mas a realidade e a natureza dos negócios provavelmente nos separará” disse Jacobs, na segunda-feira. “Por isso, venho tentando me preparar emocionalmente, mas eu não tenho certeza como essas coisas acontecerão”.

Jacobs e Ward são free agents, que provavelmente receberão bons aumentos depois de se tornarem a quinta dupla de corredores a atingir a marca de 1,000 jardas. Os GIANTS pretendem renovar com Jacobs, que correu para 1,089 jardas e 15 touchdowns. Já o futuro de Ward é bem mais incerto, depois de correr 1,025 jardas para 2 touchdowns na sua primeira temporada completa. Ele gostaria de retornar, mas também está de olho em um contrato melhor e em uma vaga de titular em algum outro time.

Eu sinto que tenho qualidades para ser titular e provei a todos que tenho condição de ser um legitimo ‘starter’ no trabalho que eu tiver”, disse Ward, que tirou a segunda para arrumar o seu material no Giants Stadium, provavelmente pela última vez. ”Quem sabe? Os GIANTS podem me oferecer uma gande quantidade de dinheiro!”

O GM Jerry Reese disse que precisa avaliar cada jogador antes de tomas suas decisões de contratos. “O free agency vem chegando e você provavelmente vai perdendo alguns jogadores, principalmente se o seu time tem algum bom retrospecto” disse Resse. "Como ano passado perdemos bons jogadores, nós esperamos perder free agents todos os anos, mas para mantermos nossos melhores jogadores, nós tentamos fazer o máximo”.

Se o "Vento" (Ward) se for, Bradshaw é esperado para assumir a sua vaga e dividir as corridas com Jacobs. Ahmad Bradshaw, que foi muito importante na conquista do Super Bowl do ano passado, não carregou a bola muitas vezes nesse ano, mas nada que tire suas qualidades de jogador que foi um grande achado do GIANTS no draft de 2007, quando foi a última escolha.


por HILTON LUCIO

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Videos para a eternidade (parte 1)

Bem, para que ninguém aqui fique se lamentando pela derrota do último domingo, vamos manter acesa a chama da nossa última conquista. Como disse em outras ocasiões, qualquer que seja o desempenho dos GIANTS nos próximos 20 anos, teremos motivos de sobra para nos orgulharmos por muito tempo!
Ontem, a vitória sobre os grandes rivais Cowboys, completou um ano.
Com vocês, Michael Strahan e Terrel Owens!



Mudanças de planos após a eliminação

(clique acima para ampliar)

Houve uma tentativa dos GIANTS para manter alguns da velha guarda juntos, como uma recompensa por terem vencido o Super Bowl XLII. Mas, depois da desoladora e prematura eliminação no Giants Stadium, após a derrota de 23-11 para os Eagles nos playoffs, haverá mais do que uma ênfase por mudanças.

Pela primeira vez na história da franquia, os GIANTS se classificaram para a pós-temporada por quatro vezes consecutivas (somente os Colts conseguiram isso na NFL), e o técnico Tom Coughlin sustenta que “o núcleo está no lugar”, ecoando a opinião do GM Jerry Reese. Isso não impedirá Reese de fazer as diversas mudanças às quais se dispôs a promover, após a tentativa de repetir um titulo ter se tornado em uma abrupta eliminação na pós-temporada.

Ninguém está aguardando por Plaxico Burress que, ao contrário da retórica dos últimos dias, tem uma chance ínfima de voltar a vestir o uniforme dos GIANTS. Um receiver de qualidade é essencial, e draftar um não é o desejado. Rookies levam tempo, e os GIANTS precisam de um receiver agora. Existem vários alvos jovens no elenco, como Steve Smith, Domenik Hixon, Mario Manningham e Sinorice Moss, se este for chamado de volta. Nenhum deles é decisivo em jogos, e Hixon é o mais alto (com apenas 1,88m).

T.J. Houshmandzadeh, dos Bengals, é o receiver mais produtivo do mercado de free-agents (média de 98 recepções nas três últimas temporadas). Antonio Bryant teve um ano com média de 15 jardas por recepção, mas, se os Buccanneers não renovarem com ele, poderão colocar o franchise tag no jogador. Contratar Anquan Boldin seria um sonho, mas mesmo que ele queira mais dinheiro, é difícil acreditar que os Cardinals irão negociá-lo.

O filme baseado no próximo roster, poderia ser chamado de “Haverá Sangue”. Logo após o triunfo no Super Bowl, tinham mais sentimentos envolvidos do que o normal, com relação a veteranos como Sam Madison, R.W. McQuarters e até mesmo o herói David Tyree, mantidos por perto por terem feito parte da conquista do campeonato. Os GIANTS não foram longe desta vez, e a parte de baixo do elenco provavelmente será revista.

Dos 12 que se tornarão free agents, é bem possível que apenas um, Brandon Jacobs, retornará. Amani Toomer, após 13 temporadas, está nos seus últimos dias e, assim como aconteceu com Ike Hilliard antes dele (2004), sem dúvida terá que encerrar a carreira em outro lugar. Derrick Ward deverá receber dinheiro de titular em alguma outra equipe. O safety James Butler, titular nos dois últimos anos, tem agora Kenny Philips na sua sombra.

Fica clara a necessidade de um linebacker de impacto, porque no momento, os GIANTS não têm nenhum. Isso poderia levar Mathias Kiwanuka a uma nova mudança de posição. Kiwanuka é um dos 11 melhores defensores, mas será apenas o terceiro, assim que o outrora lesionado Osi Umenyiora retornar. Ele mostrou sinais de desenvolvimento como strong-side linebacker, antes de quebrar sua perna na metade da temporada de 2007.

O rodízio entre três defensive-ends (Umnyiora, Michael Strahan e Justin Tuck) foi um componente importante durante a surpreendente campanha nos playoffs e no Super Bowl passado. Isso diminuiu bastante neste ano. Kiwanuka, se não for colocado como linebacker, irá reforçar esse rodízio.

Isso aconteceu porque eu, Michael e Osi pudemos passar o ano inteiro pegando os quarterbacks no ano passado, já que estávamos sempre descansados para os quartos finais dos jogos”, disse Tuck. “Isso é importante, quando você pensa em jogar apenas 40 jogos aos invés de 70”.

A continuidade da comissão técnica será bastante alterada, se o coordenador defensivo, Steve Spagnuolo, sair do time. A diretoria adoraria mantê-lo, mas torná-lo um head coach em espera, não é possível. Coughlin estará em NY pelo menos até 2011, o que é muito tempo para se aguardar. Coughlin, além do mais, nunca disse que irá se aposentar depois disso.

É uma liga aonde o sucesso em um ano, não garante nada para o próximo. Os GIANTS estão sofrendo desta tendência, mas estão sofrendo porque os playoffs acabaram muito rápido para eles. Não sendo mais os campeões, é hora de começar a escalada para um novo campeonato.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Sem música?

Pessoal, tirei as músicas da playlist por um tempo, porque para alguns representava um peso na hora de carregar a página. Além do mais, não combinavam muito com o clima de uma eliminação. ;)
Se não gostarem dessa decisão, é só pedir que elas voltam.
Abraços,
Bruno Salomão

Sacanagem..... :)

Estatísticas do Sid Marcus (parte 2)


Desempenho de todas as franquias no Monday Night Football.

1# - Dallas Cowboys - 69 Games – 41W – 28 L
2# - Miami Dolphins - 71 Games – 39W – 32 L
3# - San Francisco 49ers - 61 Games – 38W – 23 L
4# - Pittsburgh Steelers - 59 Games – 37W – 22 L
5# - Oakland Raiders - 60 Games – 36W – 23 L – 01 tie
6# - Washington Redskins - 56 Games – 27W – 29 L
7# - Saint Louis Rams - 53 Games – 26W – 27 L
8# - Denver Broncos - 58 Games – 26W – 31 L – 01 tie
9# - Green Bay Packers - 50 Games – 25W – 24 L – 01 tie
10# - Minnesota Vikings - 48 Games – 24W – 24 L
11# - Philadelphia Eagles - 37 Games – 20W – 17 L
12# - Kansas City Chiefs - 34 Games – 19W – 15 L
13# - Indianapolis Colts - 29 Games – 18W – 11 L
14# - Tennessee Titans - 34 Games – 18W – 16 L (A ABC e a ESPN contam juntas aqui as estatísticas do Houston Oilers)
15# - NEW YORK GIANTS - 49 Games – 18W – 30 L – 01 tie
16# - Buffalo Bills - 38 Games – 17W – 21 L
17# - New England Patriots - 38 Games – 17W – 21 L
18# - Seattle Seahawks - 24 Games – 16W – 08 L
19# - San Diego Chargers - 30 Games – 16W – 14 L
20# - New York Jets - 37 Games – 16W – 21 L
21# - Chicago Bears - 50 Games – 16W – 34 L
22# - Cleveland Browns - 25 Games – 13W – 12 L
23# - Detroit Lions - 25 Games – 11W – 13 L – 01 tie
24# - Tampa Bay Buccaneers - 17 Games – 09W – 08 L
25# - Cincinnati Bengals - 27 Games – 09W – 18 L
26# - Atlanta Falcons - 30 Games – 09W – 21 L
27# - New Orleans Saints - 24 Games – 08W – 16 L
28# - Jacksonville Jaguars - 12 Games – 07W – 05 L
29# - Baltimore Ravens - 11 Games – 05W – 06 L
30# - Arizona Cardinals - 18 Games – 05W – 12 L – 1 tie
31# - Carolina Panthers - 06 Games – 04W – 02 L
32# - Houston Texans - 01 Games – 01W – 00 L


por SID MARCUS

Quem fará a cabeça de Spagnuolo?

Steve Spagnuolo, coordenador defensivo e principal responsável pela nossa ótima defesa, está aberto a propostas, já que os GIANTS foram eliminados dos playoffs.

Agora, os Rams se mostram como os principains interessados para contratá-lo , só que para a função de head coach. O general manager de St. Louis, Billy Devaney, conhece Spag há alguns anos, considera-o um bom amigo e, com isso em mente, Spagnuolo provavelmente é o principal nome na lista de entrevistados da franquia. Entrevista que ocorrerá nessa semana, em LA.

Mas, na competição por Spag, de 49 anos, está o New York Jets. Outro time que havia feito uma entrevista, foi o Denver Broncos, que ontem anunciaou seu novo HC, McDaniel, antigo coordenador ofensivo dos Patriots.

Esperamos que Spagnuolo continue nos GIANTS pelo grande DC que é e por tudo o que fez com a nossa defesa. Porém, com tantas propostas tentadoras e uma longa espera pelo fim do contrato de Tom Coughlin, essa lastimável perda parece cada vez mais próxima.


por HILTON LUCIO

Novidades

Amigos, a partir de hoje teremos algumas melhorias no BLOG. Além das estatísticas que o Sid Marcus publica, o Hilton Lucio começará a nos ajudar com alguns textos. Sem contar o criador deste espaço, o Renato Lazzarini, que em breve voltará à nossa casa.

Fica aqui, então, o convite a todos os que frequentam o blog brasileiro dos BIG BLUES: mandem para mim textos da imprensa americana (traduzidos) ou de sua própria autoria, para o email brunosalomao@gmail.com.

Todos que postarem, terão seu nome assinado no créditos da matéria. Certamente, temos muito ainda a crescer.

GO, BIG BLUE!!!!
Bruno Salomão

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Vida após o tiro?

A temporada do NY GIANTS acabou e, quando eles olham para trás no ano, o tiro de Plaxico Burress na sua própria perna continuará sendo o grande momento que transformou a equipe defensora do título em apenas mais uma a competir na pós-temporada.

Mas isso não significa que os GIANTS não querem mais Burress. Na verdade, o general manager Jerry Reese disse que, é “absoulutamente” possível que Burress esteja com eles em 2009, tendo também declarado a um jornal de New York, que acredita que Plaxico representa grande parte do ataque do time. “Obviamente, é duro substituí-lo. O cara tinha uma presença em campo e, quando a gente perde isso, os adversários jogam de forma diferente. Nossa margem de erro passa a ser menor, então temos que capitalizar cada oportunidade que passamos a ter”.

O problema, obviamente, é que Burress está enfrentando um inquérito por porte ilegal de arma, e o próprio prefeito de New York, Michael Bloomberg, envolveu-se pessoalmente no caso, deixando claro querer que Plaxico passe um tempo na prisão. Isso significa que há uma boa possibilidade de Burress não jogar em lugar nenhum em 2009. Mas, se ele jogar, tudo leva a crer que será nos GIANTS.

BANG!

Seis semanas atrás, Plaxico Burress atirou em sua própria coxa e, no último domingo, o NEW YORK GIANTS morreu por causa daquele ferimento.

Você pode apontar um dedo em várias direções, como quiser: para o quarterback Eli Manning, para o técnico Tom Coughlin, para o coordenador de defesa Kevin Gilbride, tudo em função da baixa produtividade dos passes recebidos. Mas, no final, haverão três dedos apontados para a frente, como se fosse uma pistola feita com as mãos, em direção ao homem cuja última jogada foi um machucado na perna, e que tirou de seu time qualquer chance de repetir o campeonato do Super Bowl.

A temporada dos GIANTS foi oficialmente encerrada no último domingo, quando o relógio zerou no quarto período da justa vitória por 23-11 dos Philadelphia Eagles, num jogo de semifinal da NFC. Mas, apesar de ser impossível de saber naquele momento, tudo realmente chegou ao fim por volta da 1 hora da manhã do dia 29 de novembro, numa sala VIP da boate Latin Quarter, em Manhattan. Naquela oportunidade, as mãos normalmente seguras do receiver ocasionaram um fumble de sua arma, e um turnover que acabou com a temporada de sua equipe.

Alguns dias depois, os GIANTS suspenderam Burress por quatro jogos e o colocaram na lista dos inativos, efetivamente encerrando a sua temporada. Mal sabiam eles, que também estariam encerrando a da franquia.

Quando ele não está em campo, uma grande parte do ataque deles deixa de existir”, disse o safety dos Eagles, Brian Dawkins, que não precisa mais se preocupar com Plaxico. Os GIANTS, entretanto, não dão o braço a torcer assim tão fácil. “Não acho que tinha muito a ser feito quanto a isso”, disse Coughlin, sendo ecoado por Manning.

Mas, no fundo, ele sabem da verdade. Depois daquela fatídica noite, os Azuis perderam quatro dos últimos seis jogos. Quatro dos últimos cinco, se descontarmos a vitória de 30 de novembro sobre os Redskins, num jogo em que Burress não jogaria de forma alguma, por causa de uma contusão muscular na parte posterior de sua coxa. A partir dali, o time saiu da condição de favorito para repetir o campeonato da NFC, dando espaço a uma equipe faminta e muito mais focada, vinda da Philadelphia.

Nas tais cinco partidas (novamente, descontando a vitória sobre Washington), antes do problema de Burress vir à tona, Manning não lançou para mais de 200 jardas em nenhuma delas. Ele conseguiu apenas dois passes para touchdowns nessa sequência, sendo sua maior distância, 40 jardas completadas.

O jogo corrido também sofreu. Tirando a sublime participação de Derrick Ward contra os Panthers, com 215 jardas, os Giants não conseguiram mais do que 100 jardas nesse período. O máximo foram as 92 de Brandon Jacobs no domingo passado.

Nos últimos cinco jogos, o ataque dos Azuis marcou apenas seis touchdowns, quatro deles no jogo contra Carolina, na única vitória e, ainda por cima, obtida na prorrogação. Os dois únicos TDs feitos após passes, foram de 1 e de 4 jardas. É difícil manter uma defesa motivada com um ataque com passes tão anêmicos.

E não foi apenas em números que a ausência de Burress foi óbvia. Passes que Manning lançou no contrapé ou atrás dos caras, ou mesmo longe do alcance deles, teriam sido jogadas espetaculares completadas por Plaxico. Sobre a conversa a respeito da evolução de Manning como quarterback, percebemos que muito daquilo foi por causa de Burress, que salvou sua pele ao completar alguns lançamentos não muito bons.

Para Burress, foi apenas um pedaço de sua carne sendo ferida. Para a temporada dos GIANTS, foi fatal.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Análise de percurso

Passada a tormenta, chega a hora de refletirmos um pouco sobre o que aconteceu desde o início da temporada. Não podemos dizer que houve "fracasso", num ano em que fomos cabeças de chave nº1 da conferência NFC. Além disso, nas 12 primeiras partidas, perdemos apenas uma. Mas, como em qualquer caso de eliminação, os problemas são evidentes.


ATAQUE:
1- Wide receivers
Desde o início da temporada, não contamos com um wide receiver de primeira. Plaxico Burress viveu às turras com problemas físicos e disciplinares. O tiro final (com duplo sentido), deixou-o de fora do time e, possivelmente, do esporte. Os pouco experientes e tarimbados Domenik Hixon e Steve Smith, foram apenas discretos na maior parte de suas atuações. Amani Toomer jogou o básico, como sempre. Só que, apesar de ser recordista em recepções da franquia, ele não é o WR número 1. Sem dúvida alguma, precisamos trazer um cara de ponta para receber as bolas em velocidade, alguém que cause medo nas defesas adversárias, o que acontecia com Burress.

2- Running backs
Talvez, o ponto alto dos GIANTS na temporada. Mesmo envolvido com contusão no joelho, Brandon Jacobs teve uma grande performance, ao lado de Derrick Ward e Ahmad Bradshaw. Contando com esse trio, a torcida continua tendo esperanças para o futuro.

3- Tight end
Embora muito menos badalado do que Jeremy Shockey, Kevin Boss foi eficiente de maneira discreta, colaborando com muito avanços da equipe.

4- Linha de contenção
Tiveram boas atuações, especialmente nas primeiras partidas, o que levou Chris Snee e Shaun O´Hara para o Pro Bowl. Nas últimas partidas, nosso QB pareceu ter menos proteção.

5- Quarterback
Eli Manning não conseguiu ser o mesmo "milagreiro" do playoff passado. Especialmente nos últimos jogos, o MVP do Super Bowl XLII repetiu alguns dos erros que fizeram com que fosse tantas vezes alvo de chacota na liga. Contudo, Eli ainda tem muito crédito pela campanha fantástica que fez na última pós-temporada. É muito fácil cair matando em cima de alguém depois de uma derrota. Difícil mesmo, é ter memória para reconhecer os feitos incríveis de um jogador, como os que ele realizou a não muito tempo atrás.


DEFESA
Mesmo sofrendo com a perda de Michael Straham (aposentado) e Osi Umeniyora (contundido), mais uma vez os comandados de Steve Spagnuolo tiveram uma performance de respeito. Infelizmente, o promissor Justin Tuck teve que conviver com diversas lesões, especialmente na reta final. Na secundária, os GIANTS parecem manter a força. O safety Kenny Phillips, foi uma das surpresas agradáveis desta temporada.
ESPECIALISTAS
Jeff Feagles continua afiado, apesar da idade. John Carney, porém, parece ter sentido na perna envelhecida os sintomas do frio desta época do ano, ao perder field goals importantes. O antigo titular, Lawrence Tynes, embora chute um pouco mais forte, não é tão bom de mira quanto o titular. Os demais do special team, sofreram de grande inconstância durante o ano. Alguns bons retornos e alguns outros desastrosos.
_____________________________________________________

Contudo, o mais legal, foi ter visto a torcida BIG BLUE unida, crescendo, sempre em busca do sonhado bicampeonato. Não é motivo para tristeza, pois, depois do que fizemos nos últimos playoffs (e especialmente no Super Bowl), temos motivos de sobra para comemorar para o resto de nossas vidas! Por emoções como as que só esse esporte proporciona, é que vale a pena ficarmos acordados até mais tarde para acompanhar um bando de loucos dando porradas uns nos outros.


Continuaremos aqui, torcendo.
Abraços e GO BIG BLUE, sempre!

FIM DA LINHA

Infelizmente, uma temporada que parecia aberta para o nosso bicampeonato, acabou hoje. Ainda assim, não há motivos para tristeza ou lamentações. Com todas as adversidades, fizemos uma bela campanha. Porém, não fomos superiores aos nossos grandes rivais no jogo de hoje. Eles mereceram essa classificação.
De agora em diante, é refletir para saber o que houve de errado nos últimos 5 jogos.
PARABÉNS, EAGLES!

sábado, 10 de janeiro de 2009

GIANTS vs EAGLES

AO VIVO
DOMINGO (11/01) - 16h00min
Com Ivan Zimmerman, Silvio Santos Junior e Paulo Mancha
** Links para TENTAR assistir pela internet:

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Com a corda toda

Se Brandon Jacobs estava realmente "limitado" nos treinamentos, não foi por sua escolha. O running back grandalhão dos GIANTS disse, na tarde desta sexta-feira, que se sentia tão bem quanto nos momentos que antecederam a semana 3, e que o seu joelho contundido não é mais um problema. De fato, ele se sentiu tão bem que parecia uma pilha de energia durante todo o dia, fazendo com que Tom Coughlin tivesse que dar o seu máximo para segurá-lo. "O dia inteiro, ele falou 'Brandon, você precisa lembrar que o jogo é no domingo'", disse Jacobs. "Eu estou ligadão. Você tem que entender que não joguei nas duas últimas semanas, e senti que minha produtividade havia caído quando jogava".

Seus números contra os Eagles foram muito bons neste ano. Ele avançou 126 jardas em 22 carregadas (5,7 por corrida) e marcou duas vezes na vitória dos GIANTS por 36-31, jogando em Philly, em novembro passado. E em 7 de dezembro, até a metade do terceiro quarto, ele conquistou 52 jardas em 10 corridas, numa média de 5,2 por avanço terrestre.

Mas, então, ele machucou seu joelho e ficou de fora dos 22 minutos finais e, sem ele, os GIANTS correram apenas mais seis vezes, para 16 jardas. Jacobs não disse se teria feito a diferença. Mas, considerando que os GIANTS perdiam por 10-7 até a abertura do quarto período, é de se apostar que ele teria ajudado, pois o placar final foi de 20-14 para Philadelphia.

Agora, depois de ficar de fora do final da temporada regular da equipe, e ainda descansando durante a semana de bye, parece que Jacobs estará inteiro o suficiente para fazer a diferença quando os GIANTS enfrentarem os Eagles, no domingo. "Eu consigo ir pro campo e correr na velocidade máxima. Eu consigo fazer todos os dribles. Sinto-me realmente bem. Mal posso esperar pelo dia do jogo!", comemorou o running back.

Ele espera que seus parceiros de time se sintam da mesma forma. "Eu quero todo mundo pilhado. Quero todos mordendo, porque sei que eles (Eagles) são um osso duro de roer".

Previsão do tempo

Talvez não tenha tanta importância, pelo fato do oponente vir da Philadelphia, apenas um pouco ao sul de New Jersey, mas as condições climáticas não parecem ser das melhores para o próximo domingo em East Rutherford. Com dois dias para o jogo e, provavelmente, várias mudanças climáticas ainda a acontecer, a atual previsão do tempo para o jogo entre GIANTS e Eagles é de uma temperatura abaixo de 0ºC, uma sensação térmica ainda pior, com ventos de 16 a 25 km/h, e a possibilidade de uma ligeira neve, proveniente de uma tempestade que é aguardada para a noite de sábado para domingo.

Em um jogo com tempo ruim, a situação ajuda o time com o melhor jogo terrestre (teoricamente, os GIANTS), mas, dado o histórico de Eli Manning nessas condições climáticas, talvez seja melhor que os fãs de NY torçam para que o vento não seja assim tão forte.

Todos prontos

O NEW YORK GIANTS contou com todos os jogadores do seu roster no treino de ontem (quinta-feira), visando o o jogo de playoff divisional da NFC, contra o Philadelphia Eagles, no domingo. Isso acontece pela primeira vez em três meses.

O defensive end Justin Tuck (perna) e o linebacker-long snapper reserva, Zak deOssie (costas), fizeram um trabalho limitado para a terceira partida da temporada contra os Eagles.

A última vez em que os GIANTS tiveram todos os jogadores à disposição para treinar, foi em 3 de outubro, dois dias antes do jogo contra o Seattle Seahawks. O único atleta que não treinou naquele dia, foi o wide receiver Plaxico Burress, que estava suspenso por ter faltado a uma reunião do time, após o jogo contra Cincinnati.

Sack McNabb!

Um otimista poderia dizer que os GIANTS têm média de 3,75 sacks contra os Eagles, nos últimos quatro jogos. Ei, isso é bem legal. Mas os caras à frente da linha de defesa dos Azuis sabem bem que, nos dois jogos desta temporada, eles não deram um sack sequer em Donovan McNabb. Isso mesmo.....zero! O que deixou a média enganosamente boa, foi o jogo atípico da última temporada, quando os GIANTS conseguiram sacar por 12 vezes o quarterback de Philadelphia (só o cara da foto, Osi Umenyora, fez McNabb comer grama em 6 oportunidades). Na segunda partida daquele ano, os G-Men conseguiram mais 3 sacks.

Você fica com raiva”, disse o defensive tackle Barry Cofield. “Você pensa sobre como conseguir os sacks numa próxima vez”. A próxima vez será domingo. Depois de permitir a McNabb deslizar em campo nos dois últimos jogos, os GIANTS sabem que uma das maneiras de bater o ataque dos Eagles, é oferecendo pressão ao QB. É uma tática básica contra qualquer oponente, mas contra um quarterback como McNabb, que consegue driblar os tackles e encontrar os receivers na corrida, torna-se especialmente importante.

Os GIANTS não registraram sacks em apenas 5 dos 36 jogos das duas últimas temporadas. Dois deles, foram contra os Eagles. “Isso é algo que tem nos incomodado bastante”, declarou Justin Tuck. “Estamos colocando um foco imenso nisso”.

Uma das maiores preocupações da equipe, além de sair do zero em sacks contra Philadelphia, é com a recuperação de Tuck. Ele treinou nesta quinta-feira em condições limitadas, depois de desfalcar a defesa no treino da véspera, com contusões no joelho e na parte inferior da perna. Mas Tuck, líder do time em sacks na temporada (com 12), disse que jogará no domingo. A qual velocidade, é o que ainda será determinado. Ele caiu vertiginosamente de produção nos sacks, com o passar da temporada. Nos últimos quatro jogos, conseguiu apenas meio sack. Ele tinha 3,5 de média, nos oito jogos anteriores. A última vez em que colocou seu guindaste para cima de um quarterback, foi em 14 de dezembro, no jogo contra os Cowboys.

Eu não iria por aí”, disse Tom Coughlin, quando perguntado se as contusões de Tuck teriam diminuído sua produtividade. “Eu apenas acho que ele está excitado sobre atuar nesse fim de semana que está chegando”.

Pode parecer estranho ver McNabb correndo tão livre contra os GIANTS. Por anos, ele rotineiramente se viu em apuros contra Michael Strahan. O futuro integrante do Hall da Fama da NFL, sacou McNabb com mais frequência do que a qualquer outro quarterback na liga. E aquele jogo de 12 sacks, em setembro de 2007, foi o ápice dessa história.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A hora e a vez dos G-MEN

Esses GIANTS não são aqueles GIANTS, porque nada continua sempre igual, e o time de um ano para o outro, não é exatamente uma réplica. Mas o grupo atual não está nem um pouco afim de ter a sua vida nos playoffs encurtada, ainda mais por um bando de pássaros traiçoeiros da Philadelphia.

Que seja uma batalha, uma verdadeira briga de rua, mas que, no final do domingo, os GIANTS não sejam eliminados da temporada, e que os Eagles não estejam pensando em outra coisa, que não seja na longa offseason que terão. Não é uma questão de “momento”, assim como no ano passado, não era uma questão de “destino”. Ok....os Eagles estão quentes e os GIANTS, nem tanto. Mas isso pode e irá se modificar depois de três horas de caos no Giants Stadium. Venham quentes, pois estamos fervendo!
Discutir sobre o coração e o comprometimento dos GIANTS é besteira, assim como é desnecessário o excesso de análise sobre um jogão como o que será esse. O melhor time, é o time mais descansado; o time mais forte fisicamente, é o time mais equilibrado e; o time mais consistente, é o time mais preparado. Em cada um desses quesitos, o tal "time" responde pelo nome de NEW YORK GIANTS!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Estourem a pipoca, gelem a cerveja

(clique na imagem para ampliar)

Parem o 36!

Fosse assistindo o jogo ao vivo de uma confortável poltrona na noite de domingo, ou então na sala de reunião do Giants Stadium na segunda-feira, não é difícil imaginar a reação dos GIANTS quando Brian Westbrook transformou uma corrida em um touchdown de 71 jardas, contra os Vikings. Enquanto Westbrook enfileirava seus bloqueadores, deixando para trás os tackles e as arrancadas dos defensores, os GIANTS, sem dúvida alguma, reviveram os pesadelos vividos com o mesmo jogador, no último mês, quando o running back dos Eagles os derrotou, com uma corrida de 30 jardas e uma recepção de 40.

O passeio do domingo passado para a end zone, garantiu o passeio dos Eagles para New Jersey e intensificou a urgência com a qual os GIANTS se prepararão para o jogo divisional válido pelos playoffs, a ser disputado no próximo domingo. Se há uma chave para a vitória contra Philadelphia, ela é a seguinte: parar Westbrook. “O nº 36 é a nossa ameaça nº1”, declarou o linebacker Antonio Pierce, na segunda-feira.

Ele é um cara presente na lista de todo mundo, em termos do que você tem que fazer para tentar impedi-lo de ter a bola na end zone”, comentou Tom Coughlin. “Vimos Minnesota fazer um belo trabalho contra eles no jogo corrido, mas ele quebrou tudo com o avanço de 71 jardas”.

O coordenador defensivo, Steve Spagnuolo, declarou antes do primeiro jogo da temporada que queria os 22 olhos da defesa em Westbrook, o tempo inteiro. Na segunda partida, isso não aconteceu. Westbrook marcou em uma corrida de 30 jardas no segundo quarto, depois de partir de trás da sua linha, despistando os GIANTS. Eles pensavam que o running back estaria encaixotado, mas ele surgiu com tudo por trás, disparando para a end zone.

No seu TD de 40 jardas no quarto período, Westbrook ajudou na proteção do passe, antes de se mandar numa rota pelo meio e vencer Pierce, que foi deixado sozinho para cobri-lo. Donovan McNabb conteve a pressa e encontrou Westbrook para completar a jogada. “Nós assumimos a culpa por aquilo”, disse Coughlin, sobre o esquema da jogada. “Se soubessemos que era uma tentativa para isolar, certamente não teríamos ficado naquela cobertura”.

* com a colaboração de Hilton Lucio.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Estatísticas do Sid Marcus (parte 1)


Pessoal, esta é a primeira de várias colaborações do amigo Sid Marcus.
Para começar, aí vai o retrospecto do confronto GIANTS vs Eagles, desde o ano 2000.
Valeu, amigo!

2000
Setembro 10 - New York Giants 33-18 Philadelphia Eagles - Veterans Stadium
Outubro 29 - New York Giants 24-7 Philadelphia Eagles - Giants Stadium

2001
Janeiro 7 - New York Giants 20-10 Philadelphia Eagles - Giants Stadium
Outubro 22 - Philadelphia Eagles 10-9 New York Giants - Giants Stadium
Dezembro 30 - New York Giants 24 Philadelphia Eagles - Veterans Stadium

2002
Outubro 28 - Philadelphia Eagles 17-3 New York Giants - Veterans Stadium
Dezembro 28 - New York Giants 10-7 Philadelphia Eagles - Giants Stadium

2003
Outubro 19 - Philadelphia Eagles 14-10 New York Giants - Giants Stadium
Novembro 16 - Philadelphia Eagles 28-10 New York Giants - Lincoln Financial Field

2004
Setembro 12 - Philadelphia Eagles 31-17 New York Giants - Lincoln Financial Field
Dezembro 26 - Philadelphia Eagles 27-6 New York Giants - Giants Stadium

2005
Novembro 20 - New York Giants 27-17 Philadelphia Eagles - Giants Stadium
Dezembro 11 - New York Giants 26-23 Philadelphia Eagles - Lincoln Financial Field

2006
Setembro 17 - New York Giants 30-24 (OT) Philadelphia Eagles - Lincoln Financial Field
Dezembro 17 - Philadelphia Eagles 36-22 New York Giants - Giants Stadium

2007
Janeiro 7 Philadelphia Eagles 23-20 New York Giants - Lincoln Financial Field
Setembro 30 - New York Giants 16-3 Philadelphia Eagles - Giants Stadium
Dezembro 9 - New York Giants 16-13 Philadelphia Eagles - Lincoln Financial Field

2008
Outubro 26 - New York Giants 36-31 Philadelphia Eagles - Lincoln Financial Field
Dezembro 7 - Philadelphia Eagles 20-14 New York Giants - Giants Stadium




por SID MARCUS

Esperança de contar com todos

Tendo uma semana para descanso e reabilitações, é esperado que os GIANTS entrarão com força máxima no domingo, para o jogo de playoff divisional contra os Eagles. Tom Coughlin, entretanto, não ofereceu garantias de que dois importantes jogadores, o running back Brandon Jacobs (joelho) e o defensive tackle Fred Robbins (ombro), estarão em campo nesta quarta-feira, para o primeiro treino da semana. “Eles parecem estar OK. Felizmente, nós poderemos trabalhar, mesmo que com força limitada. Mas veremos o que irá acontecer”, declarou o coach.

Existe uma pequena dúvida sobre se os dois poderão atuar no dia do jogo. Há pequenas contusões em outros jogadores, segundo Coughlin. “Nós ainda temos alguns caras que estarão potencialmente limitados ou talvez de fora, dependendo do que o pessoal do departamento médico me disser”.

Para Antonio Pierce, a confiança em contar com todos é grande. “Venham na quarta-feira, pois estou bastante confiante de que todo o pessoal estará em condições de treinar”.

Philadelphia, por sua vez, tem três jogadores chaves sofrendo com algumas dores, mas não o suficiente para deixá-los de fora no domingo. O RB Brian Westbrook e o RT Jon Rnyan estão com incômodos no joelho, e o CB Asante Samuel enfrenta dores no quadril.

A chave para a vitória

Mesmo sendo cabeças de chave nº1 na NFC, estando bem descansados e com a vantagem de jogar em casa, os GIANTS já estão ouvindo que o próximo jogo é o que eles menos queriam ter que disputar, e que os rivais Eagles são o pior adversário para acabar com os sonhos de bicampeonato para NY. De fato, isso não deixa de ter algo de verdade. Porém, também pode ser o melhor cenário para proporcionar o despertar de um time, que pareceu um tanto devagar no mês de dezembro.

Se todo mundo quiser aquele gosto que sentimos no início de fevereiro do último ano, o foco precisa ser bastante aumentado, porque será muito mais intenso nesta temporada, quando, obviamente, os outros estarão nos apontando e colocando um alvo em nós”, declarou o linebacker Antonio Pierce, ontem, soando o alarme para a equipe, bem diferente da buzina motivacional do ano passado.

Ser campeão do último Super Bowl não assusta ninguém, obviamente. Para nós, é uma questão de darmos a cara para bater, carregar esse peso nos ombros, ouvir todas as críticas de formadores de opinião, que dizem o que irá acontecer ou o que aconteceu. E, ainda assim, ir lá fora e jogar o nosso football”.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Gilbride em Oakland?

Os Raiders confirmaram ontem (domingo), que o sócio majoritário da franquia, Al Davis, conversou com o coordenador ofensivo do NEW YORK GIANTS, Kevin Gilbride, no último sábado. Entretanto, foi Gilbride quem contactou os Raiders, e não o contrário, disse o executivo senior, John Herrera.

"Não buscamos autorização para entrevistar Kevin Gilbride", declarou Herrera. "Os Raiders receberam uma carta de seu agente, que estava buscando uma conversa pelo telefone com o Sr. Davis".

A acessoria da NFL reportou, no sábado, que o time de Oakland havia requisitado permissão para os GIANTS, com o propósito de entrevistar Gilbride num momento de folga. Herrera disse que a conversa entre Davis e Gilbride não foi, exatamente, uma entrevista de emprego.

Velhos conhecidos

Não é preciso entrar no DNA de um Eagle, de um Redskin ou de um Cowboy, para sentir algo meio primitivo, um desprezo pela outra equipe que joga na divisão deles. Este não é um jogo de bilhar no clube com os amigos. Esta é a NFC East. Isto é sangue, suor e lágrimas; vento, neve e gelo; ódios antigos que remontam aos tempos dos capacetes de couro. Não há nada de “colegial” na NFC East.

Os GIANTS? Eu olho para eles como....não sei. Modelos”, declarou o wide receiver Jason Avant.

Vamos lá. Sério? Modelos? "Olha o que eles fizeram no ano passado", disse Avant, encolhendo os ombros.

Mas, agora, Philadelphia chegou lá. "Nós olhamos para o que fizeram os GIANTS", disse o linebacker Trent Cole. "Eu não estou sendo arrogante ou atrevido, mas eles mostraram o que é possível quando você sabe tirar partido de oportunidades nesta liga."

Talvez, no fundo, os Eagles sabem que podem ser engolidos inteiros no Giants Stadium na próxima semana, quando enfrentarão os atuais campeões num jogo de divisão, válido pelos playoffs. Talvez, no seu íntimo, Philadelphia compreenda que a sua vitória no mesmo estádio, no início no mês passado, não significa tanto como poderia, pois foi a primeira semana inteira em que os GIANTS trabalharam sem Plaxico Burress, além de Brandon Jacobs ter ficado de fora. Os Azuis já não estavam jogando por nada muito importante, com um recorde, até então, de 11-1, enquanto os Eagles estavam jogando para tudo ou nada.

"Eles estão aonde estão, por uma razão", disse Avant. "Eles ganharam o campeonato do ano passado. Ganharam 12 jogos este ano. Eles têm o direito de jogar esta partida em casa."

Mas águias têm memória, aliás, bem longa, daquele tipo que recorda janeiro de 2007, quando os GIANTS passaram a primeira semana da pós-temporada como francos atiradores na estrada, e acabaram dando cabo dos Buccaneers, tal como os Eagles espancaram os Vikings, ontem, por 26-14. Essas lembranças também incluem o jogo seguinte do ano passado, quando os GIANTS voltaram a jogar fora de casa, desta vez contra os Cowboys, outrora cabeça de chave nº1 na conferência....da mesma forma que New York será para Philadelphia, no domingo que vem.

"Nós os conhecemos muito bem", disse Avant. "Mas, a outra metade disso, é que eles também nos conhecem."

Uns sabem dos movimentos dos outros, como jogam, suas tendências, pontos fortes e fracos. Principalmente, o que os GIANTS e os Eagles têm noção, é o seguinte: os Azuis deixaram um esboço de esperança no ano passado, pois ofereceram um sinal de fumaça para todos os times que jogam com garra, unhas e dentes. Os Eagles têm a esperança de imitá-los. Os GIANTS, querem erradicar esse sentimento.

De qualquer maneira, os dois prometem um jogo de arrepiar os cabelos para a próxima tarde de domingo.

domingo, 4 de janeiro de 2009

São os Eagles!


A maior rivalidade da história da NFL está de volta.
Parabéns, Philadelphia!
Vamos, New York!

E vocês, o que acham?

"Curem os seus problemas!"

Esse foi o decreto em New York na semana passada. Os atuais campeões concluíram a temporada regular com muitos distúrbios, lapsos e bobeadas que, se não forem corrigidos em tempo, comprometerão severamente suas chances de se tornarem os primeiros GIANTS a vencerem dois Super Bowls consecutivos.

NÃO, o céu não está caindo e o navio não está afundando, mas ninguém pode deixar de considerar que os Azuis tiveram uma queda. Eles perderam três dos últimos quatro jogos e, SIM, eles provavelmente teriam arrumado uma maneira de vencer em Minnesota, se os titulares estivessem em campo. Se bem que, para ser franco, o time precisou de uma grande virada e de um field goal desperdiçado por Carolina, para derrotar os Panthers na prorrogação, na única vitória no mês de dezembro.

Os colossos que passaram pelos adversários feito um rolo compressor, com um recorde de 11-1 nas 12 primeiras rodadas, deixaram a casa. Será que eles retornarão em tempo para o jogo de playoff do próximo domingo? Bem, não deverão voltar antes de consertarem as seguintes rachaduras na fundação da morada azul:

A zona mortal: a boa nova para os GIANTS é que, nenhum time na liga foi tão adepto de segurar a bola no ataque em tantas jogadas, quanto eles. Suas 69 investidas dentro das 20 jardas do campo adversário, ficaram no topo das estatísticas. A má notícia: marcaram touchdowns em apenas 35 vezes, uma frequência de 50,7%, que coloca a equipe na 20ª posição na liga.

Parem as corridas: Justin Tuck teve média de 3,5 sacks nos últimos oito jogos. Mathias Kiwanuka, 1,5 sacks nos últimos seis. Será que os dois defensive ends se cansaram? Na última temporada, os Azuis fizeram um rodízio entre três homens, que manteve todos eles descansados, mas encontrar o terceiro cara neste ano, tem sido problemático. Será que Steve Spagnuolo andou tentando experimentar um pouco nos últimos jogos da temporada regular, numa tentativa de confundir o jogo corrido adversário?

Acertem os chutes: John Carney tem 44 anos de idade e chegou ao segundo Pro Bowl de sua carreira. Ele acertou 35 de 38 field goals, tornando-se um modelo de dependência da equipe. Mas seus kickoffs são horrorosos. Ele consegue atingir certas direções para ajudar a cobertura, mas não tem mais as pernas fortes de antigamente. Dentro das condições perfeitas do Metrodome (Minnesota), os cinco kickoffs de Carney, combinados com uma cobertura fraca, permitiram aos Vikings recomeçarem em uma média de 38 jardas. Isso não é aceitável, tornando-se uma receita para fracassar nos playoffs. É hora de reativar Lawrence Tynes, que pode não ser uma grande arma nos kickoffs, mas que consegue pôr a bola na vizinhança do gol.

Alerta para os ladrões: quando o safety James Butler interceptou um passe para Tarvaris Jackson na end zone, contra os Vikings, esta foi a primeira e única interceptação dos GIANTS em quatro jogos. Esse é outro departamento que tem que ser melhorado. Os cornerbacks Corey Webster e Aaron Ross têm mãos para fazer a diferença, mas, ultimamente, os turnovers aéreos têm sido escassos. Uma mudança na forma de jogar não machucaria ninguém.

Facilidades na end zone: Por 12 jogos, os GIANTS tornaram difícil a vida dos oponentes para conseguirem pontos em ataques rápidos. Contudo, nos quatro últimos jogos, a equipe raramente estendeu o carpete azul para escoltar os adversários que carregavam a bola até a end zone. Começou com Brian Westbrook (40 jardas corridas para TD), depois veio Tashard Choice (38), continuou com DeAngelo Williams (30) e terminou com Adrian Peterson (67). Grandes jogadas significam grandes problemas.

Neste momento, é a hora na temporada em que os pequenos detalhes aparecem”, precaveu Antonio Pierce. “Bem agora, jogaremos contra times que irão explorar isso, e precisaremos estar certos de todos esses detalhes, para executarmos exatamente o que deve ser feito”.

Se os GIANTS não tomarem cuidado, as pequenas coisas se tornarão coisas ruins....muito ruins.

THE MANning

O milagre que aconteceu em fevereiro passado, no meio do deserto do Arizona, não foi muito um milagre, no final das contas. Foi exatamente o que Ernie Accorsi e John Mara visualizaram quatro anos antes. Foi do jeito que as coisas, supostamente, deveriam acontecer.

Essa foi a razão pela qual eles levaram Eli Manning para New York, para ser um herói de Super Bowl e levar os GIANTS nos seus ombros, liderando-os pelo campo até a conquista do campeonato. Por isso, na manhã seguinte aos Azuis terem provocado um dos maiores choques da história do Super Bowl, Accorsi agachou no lobby do hotel onde estava o time, e disse: “Ele fez aquilo pelo qual o escolhemos no draft”.

Tenho que dizer que, quando você escolhe um cara em primeiro lugar na NFL e abre mão de várias coisas em favor dessa pessoa, você tem esperanças que o resultado final seja este. Porém, frequentemente, isso não ocorre”, declarou Mara.

Não, realmente não. De fato, apenas alguns meses antes de Manning atingir seu grande momento, as coisas pareciam não funcionar para ele. Mas assim que o calendário mudou para 2008, o quarterback outrora chamado de “Eli, o Terrível”, deixou para trás seu fraco 2007, e liderou os GIANTS numa corrida para a história. Ele se destacou com um inesquecível drive, que incluiu um passe histórico para o pouco usado receiver David Tyree, e terminou com um passe para touchdown de Plaxico Burress, que deu ao time a vitória por 17-14 sobre os, até então, invictos New England Patriots.

Do podium coberto por confetes no estádio da Universidade de Phoenix, em Glendale/Arizona, em 3 de fevereiro de 2008, Mara chamou aquele momento de “a maior vitória na história da franquia, sem discussão”, e ninguém argumentou em contrário. Essa é a maior razão para Eli Manning ter sido nomeado para o “Personalidade esportiva do ano de 2008”, pelo jornal Daily News, de New York.

Para entender o quão estranho seria Manning vencer este prêmio, você precisa voltar apenas um pouco mais de um ano. Em 25 de novembro de 2007, ele lançou para quatro interceptações em um jogo contra os Vikings, disputado em NY. Uma performance tão fraca, que ele foi vaiado fora de campo. No estacionamento, depois da partida, um fã ateou fogo em uma camisa de Manning. E Accorsi (o maior defensor de Eli), saiu do estádio antes do intervalo e sequer ouviu o fim do jogo no rádio.

Três semanas depois, numa derrota para os Redskins, também jogando em casa, em 16 de dezembro, Manning lançou 35 passes incompletos, a pior marca da NFL em 40 anos. Uma semana depois disso, na vitória debaixo de neve sobre os Bills, decisiva para ir aos playoffs, o camisa 10 sofreu cinco fumbles e lançou para duas interceptações. Não havia um único indício da reviravolta que viria a acontecer.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Phillips, Thomas e Kehl são só ansiedade

A estréia em playoffs para Kenny Phillips (foto), Terrel Thomas e Bryan Kehl será no próximo fim de semana. Eles são os três rookies mais importantes dos GIANTS, e terão a chance de dar início à sua captura pelo Super Bowl, como fizeram os calouros que estrearam na temporada passada.

De certa forma, o cornerback Thomas quer ir além da performance de seus antecessores. “Sim e não. Se for para escolher alguma coisa, queremos superá-los. Mas eles fizeram um grande trabalho nos playoffs passados, e eu penso que o principal é que nós também queremos contribuir”.

Ano passado, o grupo de novatos era ainda melhor, com Aaron Ross, Steve Smith, Kevin Boss, Ahmad Bradshaw, Michael Johnson, Jay Alford e Zak DeOssie, com todos tendo participação importante, especialmente na pós-temporada. Os GIANTS não teriam vencido o Super Bowl sem eles. O grupo de calouros deste ano ajudou os Azuis a conseguirem a melhor campanha da NFC. Como Phillips disse nesta última sexta-feira, diversos outros jogadores da NFL sequer poderiam falar sobre o que eles estão vivendo, ou seja, disputar um playoff.

Há tantos caras, amigos meus, que estão indo para casa nesse momento. E o nosso time continua seguindo em frente. Ainda temos a chance de chegar ao Super Bowl. Estou realmente excitado com isso”.

Phillips tem tido o melhor ano, estatisticamente, entre os três, atingindo os 62 tackles, sexta melhor marca da equipe. O camisa 21 (que já foi do running-back Tiki Barber) vindo de Miami, tem jogado muito bem como alternativa aos titulares Johnson e James Butler.

Já a capacidade atlética de Johnson, tem sido sua característica mais impressionante. Contra os Panthers, ele agarrou o punt cobrado por Jeff Feagles, antes que atingisse a end zone, fazendo com que Carolina tivesse que sair da linha de 1 jarda, com as costas contra o muro. O jogador ainda bloqueou um field goal, interceptou um passe e acumulou 30 tackles em 12 partidas.

Kehl, linebacker formado na BYU, disputou todos os jogos, com 31 tackles, um sack e uma roubada.

Nós não queremos ser vistos como rookies”, disse Thomas, sobre ele e Phillips, cujos armários são vizinhos no vestiário dos GIANTS. “Eu não quero ser chamado de novato. Quero ser chamado de Thomas, ou pelo meu apelido, ou de qualquer outra coisa. Mas não me chamem de rookie. Se bem que, nesta temporada, penso que essa marca (de novato) ficou para trás, baseado no que nós fizemos dentro de campo”.